Extremista apedrejam até a morte duas mulheres por adultério na Síria

  • Por Agencia EFE
  • 19/12/2014 15h28
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Beirute, 19 dez (EFE). – O grupo extremista Jund al-Aqsa matou a pedradas duas mulheres acusadas de adultério na região de Saraqeb, na província síria de Idlib, denunciou nesta sexta-feira o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

As mulheres foram presas há duas semanas e executadas ontem após serem consideradas culpadas por um tribunal islâmico do Jund al-Aqsa. O ato foi cometido em uma área entre os povoados de Sermin e Nairab. Os corpos foram levados ao Hospital Al Shifa, em Saraqeb.

Os apedrejamentos por adultério são frequentes nas localidades controladas por facções radicais no norte da Síria, como o grupo Estado Islâmico (EI).

O Jund al-Aqsa, de tendência salafista, foi criado a partir de uma cisão da Frente al Nusra, filial da Al Qaeda na Síria, embora ambas as organizações colaborem em algumas ocasiões, como na invasão e tomada de dois quartéis do regime de Bashar al-Assad na segunda-feira passada em Idlib. EFE

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