Jornalismo ao vivo! Confira as principais surpresas registradas na internet

  • Por Jovem Pan
  • 10/04/2014 18h51
Reprodução Flagrantes do Jornalismo ao vivo na internet

Se o jornalismo é a “arte de sujar os sapatos”, ir às ruas e ver como a vida realmente acontece, um repórter deve estar preparado para qualquer imprevisto, principalmente em transmissões ao vivo.

Nesta quarta, uma entrevistada da Rede Globo foi assaltada ao vivo durante uma reportagem na Avenida Presidente Vargas (Rio de Janeiro) sobre… assaltos! O repórter, instintivamente, largou a folha de perguntas e correu atrás do assaltante.

Veja abaixo esse e outros 10 momentos constrangedores e/ou surpreendentes do jornalismo ao vivo que a internet registra:

 

Balança geral

Quem apresenta um jornal ao vivo em Los Angeles, em meio à falha de San Andreas, deve estar sempre precavido. Em março deste ano, durante as notícias habituais do canal KTLA5, o âncora percebe uma movimentação diferente (literalmente) e avisa: “Terremoto, estamos tendo um terremoto!” A câmara se afasta, um funcionário da técnica passa correndo em frente e os apresentadores rapidamente se refugiam sob a mesa. Cerca de 10 segundos depois eles se levantam e dizem que vão ligar para o serviço geológico dos EUA. A âncora nota que a imagem de uma rua sendo transmitida ao vivo no cenário continua chacoalhando, devido ao delay. Assista:

Estúdio caindo

Em 2005, em meio às comemorações de 40 anos de existência da Rede Globo, uma aparente barra de ferro mostrou estar velha e caiu na cabeça da apresentadora de um jornal. Elegante, a profissional ajeita o cabelo e continua lendo o teleprompter normalmente. Veja:

Uva eletrizante

Uma das cenas mais clássicas da internet é o que aconteceu numa entrada ao vivo do repórter da RBS, Lasier Martins, durante a Festa da Uva de 1996, que tomou um grande choque ao tentar demonstrar uma das frutas. Depois do incidente e de um grito de “Ajuda aqui!”, a imagem retoma à âncora do Jornal do Almoço, que fica dois segundos assustada, retoma o ar e continua “Voltamos em seguida com o esporte e o comentário de Paulo Roberto Falcão”. Olha só:

 O momento foi tão marcante que foi reprisado pela própria emissora no aniversário de 30 anos do programa vespertino, em que se mostra com bom humor imagens dos bastidores do jornal, a preocupação da âncora e a explicação pós-volta do intervalo. Confira:

“Que deselegante!”

Outubro de 2011. Em mais um link ao vivo, a repórter da Rede Globo Monalisa Perrone foi atacada por dois homens, enquanto fazia um boletim da saúde do ex-presidente Lula, que tratava de câncer na laringe. A repórter foi derrubada, a transmissão voltou ao estúdio do Jornal Hoje, com Evaristo Costa e Sandra Annenberg. Sandra classificou o ato de “deselgante”, a TV Globo registrou queixa contra os agressores e disse que o propósito deles era “aparecer”. Assista:

Esportes

Dar as costas para um campo esportivo enquanto os times treinam para entrar em campo é uma atitude perigosa vivida por repórteres esportivos. Nos Estados Unidos, o jornalista Ian Rapoport foi atingido por uma bola de futebol americano despretensiosa. Veja:

No mesmo esporte, Pam Oliver, do canal Fox NFL, foi atingida no rosto por um longo lançamento, em agosto do ano passado. O jogador sem mira pediu desculpas à jornalista depois. Chandler Harnish ainda tuitou: “Queria pedir desculpas a Pam Oliverm pelo passe ruim ao seu rosto… Pode esperar flores em sua correspondência em breve! #Mulherforte”

Vôlei

Ainda no campo dos esportes, só que dessa vez no Brasil, o repórter Anselmo Caparica levou uma bolada na cabeça que quase derrubou seu microfone, em treinamento na quadra de vôlei. O acidente virou brincadeira quando ele entrou ao ar, em janeiro de 2013. Confira:

Cabra macho

Em reportagem da PUC TV sobre doação de sangue, o entrevistado diz “Quem nunca doou pode vir doar, porque não dói nada”, exatamente no momento em que leva a picada. “Espera só um minuto”, fala o rapaz, fecha a cara com a dor e xinga a agulha em seguida. Veja só:

Ladeira abaixo

Tem que estar preparado para fazer jornalismo participativo, ainda mais quando é ao vivo. Na tentativa de “mostrar as margens de um rio” de Nova Xavantina, em Mato Grosso, o repórter Wellington, do SBT teria que descer um barranco íngreme. Com um microfone na mão, camisa azul e sapato ele tenta se equilibrar até que… veja:

Que susto!

A beira da estrada também não é o lugar mais agradável para fazer um boletim ao vivo. Uma jornalista da Bandeirantes gravava no acostamento da BR-163, quando um caminhão passou rente a ela, dando-lhe um grande susto que, ainda bem, não foi nada de mais grave. Veja:

Conhece alguma outra situação inusitada que tenha visto na internet? Mande nos comentários abaixo.