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Irã diz na ONU que atacou Israel em ‘autodefesa’ e critica Conselho de Segurança

Embaixador iraniano afirma que órgão 'falhou em seu dever de manter a paz' ao não condenar o ataque à sua embaixada em Damasco

Felipe Cerqueira

O Irã justificou seu ataque a Israel como uma medida de autodefesa em resposta ao bombardeio contra seu consulado em Damasco, que resultou na morte de sete membros da Guarda Revolucionária, incluindo dois generais. A república islâmica atribuiu o ataque ao exército israelense, que não assumiu nem negou a autoria. Na reunião no Conselho de Segurança da ONU neste domingo (24), a diplomacia iraniana chamou a atenção da falta de condenação em relação a este episódio na Síria.  “O Conselho de Segurança falhou em seu dever de manter a paz e a segurança internacionais ao não condenar o ataque de 1º de abril contra o consulado iraniano em Damasco. Então, o Irã não teve escolha a não ser exercer seu direito à autodefesa”, disse Amir Saeid Iravani, embaixador iraniano nas Nações Unidas. Ele afirmou que Teerã não deseja uma escalada, mas responderá a qualquer ameaça ou agressão.  Antes, o embaixador de Israel, Gilad Erdan, pediu “todas as sanções possíveis” ao Irã, Ele enfatizou a necessidade de ação imediata para conter a situação.

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