Oracle apresenta para a América Latina sua plataforma de serviços na nuvem
São Paulo, 23 jun (EFE).- A Oracle apresentou nesta terça-feira no Brasil a nova plataforma e serviços em infraestrutura tecnológica na nuvem, pasta com a qual pretende impulsionar a inovação e acelerar a transformação digital em toda a América Latina.
O Oracle OpenWorld América Latina, evento que aconteceu em São Paulo, anunciou as novidades que a companhia americana oferecerá a desenvolvedores, profissionais da tecnologia da informação e usuários das empresas em relação ao manejo e à análise de dados para “maximizar” a produtividade final do usuário.
“O acompanhamento do cliente, com controle e compreensão profundos de sua gestão, e ações para criar estratégias, são alguns dos princípios que a empresa tem como base para garantir a satisfação dos usuários”, explicou Eduardo López, vice-presidente de Consultoria para a América Latina da Oracle.
A multinacional, com um crescimento exponencialmente rápido, tem como plano de expansão de mercado dobrar em dois anos. No último trimestre do ano passado ela cresceu 200% nas vendas do Software como Serviço (SaaS) e da Plataforma como Serviço (PaaS), batendo um recorde na indústria.
Além disso, López destacou que “com mais de 24 novos serviços na nuvem para os clientes, a plataforma Oracle Cloud fortalece a liderança de nossa empresa, nos permitindo ser dez vezes mais econômicos do que, por exemplo, Amazon Glacier, que está também em armazenamento de arquivos”.
O grupo tentou se diferenciar da concorrência destacando que “os produtos que o cliente compra são evolutivos e, com atualizações a cada três meses, vão ganhando funcionalidades sem custos adicionais durante o contrato, que costuma ser de 36 meses.”
López também ressaltou que a grande automatização que a Oracle desenhou para a nuvem deu mais rapidez, mais inovação e menores custos para os mais de 70 milhões de usuários que realizam mais de 33 milhões de transações diárias entre todos os dispositivos conectados ao redor do mundo.
Reinaldo Affonso, diretor de Desenvolvimento Tecnológico da Intel para a América Latina, manifestou por sua vez que “quase todos os dados armazenados hoje em dia foram gerados nos últimos dois anos e em 2020 a expectativa calculada é que haja mais dados do que estrelas no firmamento, com 50 bilhões de dispositivos conectados”.
Entre as propostas para o novo modelo de computação que estão investigando, a Intel espera consolidar na região a tecnologia “Silicon Photonics”, que usa raios laser para transmitir dados a uma velocidade de 50 gigabytes por segundo e placas de 100 gigabytes para o “data center” (centro de dados) do futuro. EFE
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