Vagabundagem criminosa patrocina violência política pró-Lula e contra Bolsonaro

Estímulo à radicalização no processo eleitoral, via narrativa e prática violenta, tende a se voltar contra a esquerda; brasileiros já sabem quem financia o caos e por qual motivação

  • Por Jorge Serrão
  • 13/07/2022 15h27
RONALDO SILVA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Lula discursa para apoiadores em ato de comemoração ao Dia do Trabalhador Lula é o pré-candidato do PT à Presidência da República nas eleições 2022

A vagabundagem criminosa é o principal inimigo a ser vencido pela maioria honesta do eleitorado em outubro/novembro de 2022. Esse monstro institucional – que detesta ser chamado de Cleptocracia – é uma mistura delitiva de vários componentes que se juntam para fazer mal ao Brasil e aos brasileiros. Elitistas com mentalidade rentista e improdutiva formam e lideram um “clube” com políticos, membros da máquina dos poderes estatais e bandidos de toda espécie para exercer hegemonia sobre o povo, através do domínio dos negócios da nação. Trata-se de uma oligarquia medieval – que adora viver sofisticadamente no melhor e mais caro mundo que o poder, o dinheiro e a tecnologia podem oferecer. Tal minoria “va-ga-bun-da” exerce uma ditadura, com aspectos supostamente democráticos, sobre a maioria que realmente trabalha, empreende, produz, paga impostos e vota.

Quem estimula a violência física e política no Brasil? É a tal vagabundagem criminosa – que, no jogo de cena institucional, se traveste de “progressista”. Essa facção não condena Lula por ter usado um palanque em Diadema (SP) para agradecer a um aliado que praticou uma covardia contra um apoiador de Bolsonaro – que foi empurrado, caiu e bateu a cabeça no para-choque de um caminhão em movimento. O petista promoveu um crime em nome de Lula, e o criminoso foi homenageado publicamente por seu poderoso chefão. A mediocridade da moribunda mídia tradicional sequer reprovou o elogio nazicomunofascista do ex-presidente que enalteceu um ato de barbárie política. A situação fica tão patética que cabe um questionamento irônico. Será que vamos ter de perguntar a cada criminoso no Brasil em quem você votou ou pretende apoiar politicamente em 2022?

Enquanto massacra o brasileiro, a vagabundagem criminosa financia pesquisas eleitorais que proclamam o triunfo da vontade de seu candidato – aquele que, em país com Justiça e sem impunidade, jamais teria condições morais de concorrer a um cargo público. O Mecanismo criminoso atua, institucionalmente, para sabotar o governo federal. A tática imediata é causar o máximo de danos à imagem de Bolsonaro, para pavimentar sua desgraça e queda. A receita básica consiste em promover o caos, a destruição planejada e a violência organizada, induzindo a opinião pública a acreditar na falsa impressão de que “nada tem solução”, a não ser pela escolha de um “progressista” para comandar o país. Por isso e para isso, os va-ga-bun-dos patrocinam um sistema midiático corrompido e dependente de verbas estatais que amplifica a divulgação das “ruindades”, só porque deseja o fim imediato da Era Bolsonaro. Os poderes comparsas tomam decisões conforme a cartilha caótica.

Felizmente, uma parcela expressiva da sociedade brasileira já descobriu como funciona o jogo da vagabundagem criminosa. A maioria esclarecida, que se manifesta nas redes sociais da internet e que tem disposição de sair às ruas para materializar sua opinião virtual, simplesmente cansou e não suporta mais o domínio desse regime do Crime Institucionalizado. O resultado eleitoral será inevitável: parcela expressiva da bandidagem organizada vai ser expulsa do poder, através da democrática força do voto. Tal processo é lento, gradual, porém começa a ganhar velocidade. É por isso que Lula da Silva não tem chances objetivas de voltar a ser presidente do Brasil. O resto é conversa fiada e narrativa criminosa.

Até o final da campanha, é muito provável que estourem várias “bombas” que vão relacionar atividades criminosas com a atuação política (esquerdista) no Brasil. Podem surgir novidades no caso Adélio Bispo (aquele que falhou na facada que assassinaria Bolsonaro, mas que ficou inimputável criminalmente, por ter sido classificado como “maluco” e não como homicida). Também é recomendável ficar de olho no caso do ex-general venezuelano Hugo ‘El Pollo’ Carvajal que denunciou que Lula e outros líderes de esquerda da América Latina recebiam financiamento do narcotráfico. Verdade ou mentira? A polêmica vai render – inclusive muita dor de cabeça para a turma do Foro de São Paulo (atual Grupo de Puebla). A conferir.

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.