Monica Yanakiew estreia como correspondente para a América Latina na Jovem Pan

Em sua primeira participação no Jornal da Manhã, a jornalista explicou nova proposta de reforma na Justiça da Argentina do presidente Alberto Fernández

  • Por Jovem Pan
  • 30/07/2020 08h50
Jovem PanMonica Yanakiew ficará em Buenos Aires para informar sobre a América Latina

Monica Yanakiew estreou, nesta quinta-feira (30), como correspondente para a América Latina na programação da Jovem Pan. Ela cobre América Latina há duas décadas, para meios brasileiros e de língua inglesa. Antes disso, ela foi correspondente nos Estados Unidos e na Europa, cobrindo guerras no Leste Europeu, no Cáucaso e no Oriente Médio. Ela é co-autora do livro “Argentinos: Mitos, Manias e Milongas”. Em sua primeira participação no Jornal da Manhã, Monica explicou um projeto do presidente Alberto Fernández que já causa polêmica. “O presidente da Argentina apresentou um projeto de reforma da Justiça que vai dar muito o que falar, ele quer aumentar de 12 para 46 o número de juízes federais, responsáveis por processos de corrupção, narcotráfico, terrorismo, etc. Ele argumenta que a Justiça argentina está politizada. A oposição está meio preocupada porque já avisou que votará contra, pois acredita que Fernández busca ajudar Cristina Kirchner, que foi presidente de 2007 a 2015 e é sua vice-presidente. Ela responde a diversos processos por suspeita de corrupção.”

Quando o assunto é a pandemia do novo coronavírus, Yanakiew destacou um setor icônico argentino: o tango. “O país adotou uma das quarentenas mais rígidas. Somente recentemente deixaram fazer atividade física ao ar livre, demorou para as crianças pudessem sair um sábado ou um domingo. Muitos setores estão sofrendo. A Argentina vem de uma crise. O emblemático tango da Argentina está sofrendo porque não há nem perspectiva de “novo normal”. O tango precisa de um parceiro, não há como manter distância social na dança e isso preocupa o setor, que considera que pode ser o último a ser liberado. Muitos dançarinos não têm como sobreviver.”