“Amado por gays”, Ratinho afirma que relação homossexual “não é natural”

  • Por Jovem Pan
  • 13/11/2014 11h31
Jovem Pan

Carlos Massa, o Ratinho, é um dos principais nomes da televisão brasileira. Sempre polêmico, ele esteve no Morning Show, nesta quinta-feira (13), para falar sobre a sua carreira e jeito expansivo que conquistou o povo brasileiro.

Um dos primeiros a condenar Levy Fidelix por seu discurso contrário à relação homossexual, Ratinho frisou que, apesar de notícias relatando que ele teria voltado atrás, continua discordando do político. Segundo o apresentador, no entanto, há certa coerência de Levy.

“Achei uma grosseria dele. Eu estou lá para dar audiência. Essas coisas são muito polêmicas. É natural homem com homem? Não é. É natural mulher com mulher? Não é. Porque não tem procriação. Mas eu respeito”, definiu, para emendar que trabalha com muitos homossexuais que, segundo o próprio, o amam.

O que nem todo mundo sabe é que Ratinho chegou a ser deputado federal. Experiência da qual ele não faz questão alguma de repetir. “Achei uma merda ser deputado federal, fui um péssimo, você não manda nada, meia dúzia que manda. Tentei emplacar mais projetos, é uma máfia desgraçada. Quem manda em Brasília é o terceiro escalão, que não pode ser mandado embora. Eu sou contra funcionário público ter estabilidade. Nós somos lerdos, o sistema é assim”.

Mantendo-se relevante, ele conseguiu se reciclar: “eu mudei muito, meu programa virou um circo. Notamos que gostavam mais do Ratinho brincalhão do que do bravo”.

Ratinho se gaba do sucesso do teste de DNA, que jura ser verdadeiro: “eu tenho 10 mil pessoas na fila esperando para participar. Até hoje, não tivemos um erro”.

O apresentador ainda falou sobre o perigo do “tudo pela audiência”: “tem coisa que choca muito, tem que ter limite. Devo ter ultrapassado umas 800 vezes, mas hoje eu tenho”.