Cuidado! Assistir vídeos pornográficos com muita frequência pode baixar a libido

  • Por Jovem Pan
  • 08/06/2018 11h26
Reprodução

Está comprovado: nossa libido está cada vez mais baixa. E as pesquisas mostram que, diferente do que muitas pessoas pensam, não só entre as mulheres, mas também entre os homens. Nesta sexta-feira (8), a terapeuta sexual Paula Napolitano esteve no Morning Show para comentar o assunto e fez alguns alertas para quem quer melhorar nesse quesito.

“Eu recebo muitas reclamações no consultório. E não só feminina, mas cada vez mais masculina. Temos que falar que, quando você sente essa diminuição, tem que ir ao médico para ver se não tem nada de biológico. Mas só 10% a 15% são biológicos. O restante envolve questões socio-emocionais. Repressão ao longo da vida, travas que vão à vida adulta, cansaço, estresse, preocupação financeira. Se a cabeça pensa demais, o corpo não responde. Sexualidade é sentir. Perceber estímulos”, explicou.

Acontece que, para tentar reverter essa situação, alguns optam pelos vídeos pornográficos. Eventualmente eles podem funcionar, sim. O problema é que, dependendo da frequência, a prática também pode atuar no sentido oposto – e é aí que mora o perigo.

“Sobre esses sites, a frequência de filmes pode ser contra a libido. A pessoa fica insensível às imagens. Os vídeo têm múltiplos estímulos, irreal, tudo ali é maravilhoso. Só que quando você vai para a vida real vê que é bem diferente e não se excita tanto, não fica tão à vontade, espera por outras coisas”, concluiu.

Para ouvir essas e outras dicas é só entrar na página do YouTube do programa.