Denúncia rejeitada: um momento triste do Parlamento brasileiro

A vitória, no entanto, custou mais de R$ 13 bilhões aos cofres públicos, considerando apenas o pacote de bondades oferecido pelo governo.
Com o resultado, o presidente pode responder por corrupção passiva apenas depois do término do mandato.
Temer defendeu que a vitória na Câmara é uma conquista do estado democrático de direito.
Em pronunciamento, o presidente declarou que pretende construir um Brasil “melhor, pacificado, justo, sem ódio ou rancor”.
A Procuradoria-geral da República deve apresentar ainda uma nova denúncia contra o peemedebista.
Marco Antonio Villa comenta: De um lado, nós vamos ter o presidente mais impopular da história que parece que pode cometer crimes impunemente, o que é pavoroso para o Estado democrático de Direito.
E isso custou muito aos cofres públicos.
E mostra um PSDB rachado, sigla que perdeu quatro eleições presidenciais seguidas e deve perder a quinta se permanecer no governo.
Interessante o PTN, que agora se chama Podemos, que seria o novo, teve maioria votando a favor do Temer. Ou seja, é o velho.
Teve bate-boca, discussões e sujeira no chão. Eles são tão sujos quanto os papéis que jogaram no chão.
E os que apoiaram o maior criminoso, Luiz Inácio Lula da Silva, fazendo-se de defensores da ética.
Foi um momento triste do Parlamento brasileiro. Uma vergonha.
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