Estatais devem trabalhar a serviço da nação, e não de um partido

  • Por Jovem Pan
  • 31/05/2018 10h49
téferson Faria/Agência PetrobrasPetrobras tem o maior conhecimento em águas profundas do mundo

A Jovem Pan tem uma característica da pluralidade. E isso é fundamental: ser plural.

Plural é ter vários pensamentos, várias leituras, várias interpretações do momento histórico. Onde tem pensamento único é na ditadura (…) Vivemos uma livre democracia que permite várias interpretações.

Em sua análise, o comentarista Marco Antonio Villa defende a manutenção da Petrobras como empresa estatal.

Empresa estatal não significa comunismo. Em 1994, quando a França foi libertada do domínio nazista, um dos primeiros atos de Charles de Gaulle foi estatizar vários setores da economia. Parte deles ainda está estatizado até hoje. Na aviação, 46% das ações são do estado (…)

Já nos Estados Unidos, quando Rousevelt tomou posse em 1933, no ápice da depressão econômica, o estado teve a participação na recuperação econômica (…)

No Brasil, durante o regime militar foram construídas, constituídas e ampliadas inúmeras estatais. Ninguém pode chamar os presidentes militares de comunistas. As estatais foram importantes para enfrentar a questão grave em muitas áreas, como a infraestrutura.

Mas que se coloca sobre a questão das estatais é a despartidarização. Não pode um partido tomar, usar e corromper aquela estrutura. A empresa serve ao estado e não ao governo.

Cabe restringir a participação do estado na economia.

Não se pode entregar o patrimônio nacional a qualquer aventureiro.

Dinheiro tem pátria sim!

A Petrobras é nossa. Não é do PT, do PSB, do MDB, de ninguém.