PT é o grande derrotado das eleições municipais

  • Por Jovem Pan
  • 03/10/2016 12h20
BRA05. BRASILIA (BRASIL), 12/05/16.- La presidenta de Brasil Dilma Rousseff, suspendida de su cargo por el Senado, habla acompañada por miembros de su gobierno hoy, jueves 12 de mayo de 2016, luego de abandonar el Palacio de Planato, la sede del Gobierno brasileño, al ser notificada de que el Senado le abrió un juicio político y que tendrá que dejar el cargo por 180 días. Rousseff afirmó hoy que en el juicio político al que será sometida no estará en juego su mandato, sino el "futuro" del propio país. "Dilma, guerrera de la patria brasileña", coreaban los cerca de 3.000 militantes del oficialista Partido de los Trabajadores (PT) y de movimientos sociales que apoyaban su Gobierno y se concentraron frente a la Presidencia y a los que Rousseff se unió. EFE/Antonio Lacerda.Dilma Rousseff discursa ao lado de Lula do lado de fora do Palácio do Planalto

O PT é o grande derrotado das eleições municipais de 2016. A silga teve um corte de quase 60% do número de prefeitos no Brasil. Nas capitais, elegeu apenas um prefeito até agora. Outros sete estão no segundo turno, mas apenas dois ou três devem levar.

Um partido não morre dessa forma, mas sai muito ferido. O PT vai perder cerca de 15 mil cargos comissionados nas prefeituras. Era gente que ajudava a sustentar a legenda financeiramente com parte de seus salários.

Já o PMDB conseguiu manter o número de mais de mil prefeituras.

Entre os caciques do PSDB que querem a Presidência em 2018, Alckmin é o que mais sai fortalecido.

Agenda

A vida continua em Brasília com uma agenda cheia de itens importantes.

Michel Temer está na Argentina e, já na terça, volta e tem uma reunião muito importante com sindicalistas sobre a reforma da Previdência, muito polêmica e ainda sem prazo para ser enviada ao Congresso.

A Câmara, por sua vez, analisa a lei da repatriação de recursos no exterior. Deputados devem flexibilizar as regras. Deve haver alteração da data final do programa para 30 de novembro.

O STF volta a julgar as penas de julgamentos em segunda instância.