‘Reforma Administrativa é fundamental para o ajuste das contas no Brasil’, diz Robson Andrade

Para o presidente da CNI, situação fiscal do Brasil atualmente é de extrema dificuldade não só no governo federal, mas também dos estados e municípios

  • Por Jovem Pan
  • 01/02/2021 10h39
Reprodução/Jovem PanRobson Andrade afirma que os Estados têm dificuldade até com o pagamento da folha de salário

Jovem Pan está sempre atenta aos desafios e às necessidades do Brasil. Nos posicionamos em momentos decisivos e por isso, novamente, nos colocamos em defesa das reformas e dos projetos fundamentais para o desenvolvimento do país. Para isso, convidamos empresários, lideranças e autoridades para agir, juntos, em prol do futuro da nação. O Brasil não pode mais esperar. “Nós estamos vivendo no Brasil uma situação fiscal de extrema dificuldade, não só no governo federal, mas nos governos estaduais e nos governos municipais. Os Estados hoje têm dificuldades até com relação ao pagamento da folha de salário e estão comprometidas todas as possibilidades de investimentos. Isso porque nós temos uma situação de despesas administrativas, onde os nossos recursos não são capazes de suportar a demanda pelas despesas de custeio. Nós precisamos também de uma reforma administrativa, que certamente vai complementar a reforma tributária e dar suporte a uma mudança do nosso sistema que não aumente a carga tributária, mas possibilite ao poder público, estados, municípios e União reduzirem suas despesas e seus custos. Então, é preciso que o Estado tenha capacidade de exercer um controle desse gasto, para que com a reforma tributária, que certamente vai aumentar a receita, mas não aumentará os impostos, ele possa fazer frente às despesas e ter os recursos necessários para os investimentos. A reforma administrativa é fundamental para dar ao país a segurança necessária para uma reforma tributária, para o ajuste das contas públicas no Brasil, para redução do nosso déficit público, para redução do endividamento e para que o Brasil possa crescer e se desenvolver, gerando mais emprego e renda para o cidadão brasileiro”, analisa Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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