Policiais e guardas municipais vão poder votar em cidade diferente do titulo eleitoral

  • Por Jovem Pan
  • 31/03/2018 09h49
Gabriela Korossy/Câmara dos DeputadosDeputado Major Olímpio (SD-SP), confirmou ao PSL, mesmo partido de Bolsonaro

Pela primeira vez, policiais militares e civis e guardas municipais de todo o país que estiverem em serviço em outra cidade diferente do título de eleitor vão poder votar mesmo assim. O Tribunal Superior Eleitoral já cobrou os comandos de cada órgão de segurança pública dos estados para que eles mandem para a Justiça Eleitoral uma relação com os nomes de cada agente que vai estar fora da cidade de onde vota, para que cada um deles possa participar das eleições.

Essa é uma reivindicação do deputado federal Major Olímpio, que se filiou essa semana ao PSL, em apoio ao também deputado federal Jair Bolsonaro vai se candidatar à presidência da República. Apesar do próprio Major Olímpio e de outros tantos deputados da chamada bancada da bala estarem migrando para o partido do Bolsonaro, a reivindicação para que os militares que estiverem em dia de serviço possam votar no dia da eleição não tem nada a ver com o ofício que tinha sido mandado pelo Major ao TSE. Major Olímpio disse que esse pedido era apenas para reparar uma injustiça.

Antes, os militares que eram escalados para trabalhar em outras regiões não podiam votar e tinham, inclusive, que pagar a multa para justificar a ausência. Segundo o deputado Major Olímpio, o efetivo atual da Polícia Militar e dos Bombeiros em todo o país chega a 650 mil ativos e na polícia civil, aproximadamente 220 mil ativos. Nas guardas municipais, o número aproximado é de 180 mil.

*Com informações do repórter Caio Rocha