Presidente do PSL diz que Adélio agiu em nome do PCC e que acusações contra Bolsonaro são ‘frágeis’

  • Por Jovem Pan
  • 20/10/2018 10h29 - Atualizado em 20/10/2018 10h40
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDOO presidente do PSL, Gustavo Bebianno

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirmou em entrevista coletiva na noite desta sexta-feira (19) que teve acesso ao relatório produzido pela Polícia Federal acerca do atentado contra Jair Bolsonaro. Segundo ele, há a indicação, no inquérito, o segundo produzido pela PF, de que o agressor Adélio Bispo de Oliveira teria agido em nome do PCC, organização criminosa de São Paulo. Questionado sobre os supostos interesses da facção em esfaquear o candidato, Bebianno citou as propostas da campanha na área de segurança pública.

“Interesse de que o Brasil não se organize, que as polícias não se fortifiquem, que o país continue adotando políticas frouxas de segurança. O Brasil vem sendo governado por líderes fracos e corruptos, por isso nossa situação é essa, a vida humana não vale nada. São 65 mil homicídios por ano. Jair Bolsonaro é o único que efetivamente tem vontade de confrontar e resolver esse problema”, afirmou.

Sugeriu, por fim, que a imprensa “investigue o caso mais a fundo para chegar à verdade que está por trás”.

Acusações envolvendo o WhatsApp

O presidente da sigla ainda falou sobre as denúncias feitas em reportagem da Folha de S. Paulo sobre supostas doações ilegais à campanha do candidato. Segundo ele, as acusações são “frágeis” e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve ser rápido em esclarecer o assunto.

O WhatsApp já informou que está tomando medidas imediatas e legais contra as empresas que disparo de mensagens em massa. Sobre isso, Bebianno repetiu o que tem sido dito pelo candidato e afirmou que “não houve estímulo a esse impulsionamento” e que seria “impossível controlar o desejo voluntário e manifesto dos simpatizantes de Jair nas redes”.

*Informações do repórter Rodrigo Viga