Acusações de Justin Bieber serão apresentadas em 14 de fevereiro em Miami

  • Por Agencia EFE
  • 28/01/2014 17h17
Panparazzi: Justin Bieber

Mami, 28 jan (EFE).- O cantor canadense Justin Bieber será acusado formalmente em 14 de fevereiro em um tribunal de Miami, nos Estados Unidos, por dirigir sob efeito de substâncias tóxicas, em velocidade excessiva e resistir à autoridade sem violência.

“Em 14 de fevereiro será apresentado formalmente a Justin Bieber às acusações”, embora a estrela do pop “não tenha a obrigação de comparecer com seu advogado presente”, disse nesta terça-feira à Agência Efe Eunice Sigler, diretora do escritório de relações públicas do 11º Circuito Judicial do Tribunal de Miami-Dade. A audiência será presidida pelo juiz William Altfield.

Bieber, de 19 anos, foi detido na quinta-feira passada em Miami Beach, na Flórida. O cantor admitiu aos agentes, após sua detenção, que tinha fumado maconha, bebido cervejas e ingerido pastilhas de prescrição antes de ser detido. De acordo com a polícia, o cantor “cheirava fortemente a álcool”.

No entanto, vários veículos de comunicação publicaram que o nível de álcool no sangue do cantor no momento da prisão era de 0,014%, equivalente a menos de um copo de cerveja e abaixo do limite legal da Flórida, que é de 0,08%.

Nesta segunda-feira, Bieber estava em uma praia do Panamá com sua mãe, Pattie Mallette, seu representante, Scooter Braun, e o cantor Usher, que tratam de convencê-lo de deixar o “mau caminho”, segundo informou a imprensa panamenha.

O cantor, que em seu recente tour se envolveu em diversas confusões, chegou à praia de Punta Chame no mesmo dia em que ficou livre em Miami após pagar fiança.

Nesta segunda-feira devia ter comparecido perante a Justiça em Miami mas a data foi alterada perante sua ausência.

Até ontem, mais de 42 mil pessoas já tinham assinado um pedido na página da Casa Branca para deportar o cantor canadense.

Ele “não é apenas uma ameaça para a segurança de nosso povo, mas também é uma má influência para os nossos jovens”, diz o pedido, criado por um cidadão de Detroit na quinta-feira passada e publicado na seção “We, the people” (Nós, o povo) da página oficial da Casa Branca.

A seção funciona desde 2011 e centraliza questões, pedidos e perguntas da população para a Administração.

Se em 22 de fevereiro o pedido alcançar 100 mil assinaturas, o governo terá que se pronunciar a respeito. EFE