Camila Coutinho dá dicas para bombar na web e rebate críticas: “melhor focar no que é bom”

  • Por Ítalo Fassin/Jovem Pan
  • 25/05/2015 13h45
camila coutinho no panico

Imagine almoçar com a modelo Kendall Jenner e o renomado estilista Karl Lagerfeld, frequentar os tapetes vermelhos de eventos como o Festival de Cannes, estrelar capas de revista e acumular mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais. Parece coisa de artista de cinema? Até poderia, mas essa é a vida da blogueira Camila Coutinho.

Dona do Garotas Estúpidas, a recifense de 26 anos usa o site para tratar de moda, celebridades, viagem – ela ama viajar, embora fique pouco tempo em casa – e muito mais. Em conversa à JP Online, a blogueira deu dicas para quem quer entrar nesse mundo e rebateu críticas que recebe.

“Você tem que encontrar sua linguagem. Quanto mais original for a maneira de passar a informação, melhor. E também não copiar ninguém, a internet é legal pra descobrir coisas novas”, priorizou Camila sobre quem quer fazer parte da blogosfera.

Não é nada fácil fazer um assunto “bombar” nas redes sociais, ainda mais se existem vários blogs que tratam sobre os mesmos assuntos que o seu. O trabalho exige uma enorme rede de contatos. “O online não funciona bem se você estiver offline. Você não vai ter referência e ver como está a atualidade [se ficar offline]. É necessário ter relacionamento com outros blogueiros ou youtubers. Sair, ir pra festas, eventos, porque você vai ter mais noções do que está acontecendo. Nesse network, você está envolvido com outras pessoas do mercado e aí um ajuda o outro”, afirmou a blogueira.

Leitora dos blogs de Kiara Brandão e da suíça Kristina Bazan, Camila tem que lidar com os vários comentários que recebe nas redes, mas mais ainda com as críticas de quem não considera o blogueiro uma profissão.

“É o público que escolhe o que é bom e o que não é”, disse. E traçou um paralelo com outros meios de comunicação para colocar a blogosfera no mesmo patamar: “obviamente que existem revistas boas e ruins, canais de TV bons e ruins. E blogs bons e ruins numa proporção muito maior porque é de graça. Mas eu acho que é melhor focar no que é bom”.