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Nego Di e sócio são condenados a 11 anos de prisão em caso de caso de falsa loja virtual

Segundo a Justiça, site oferecia preços muito abaixo do mercado, mas não entregava os itens nem reembolsava os valores pagos; ambos afirmam que vão recorrer

Felipe Cerqueira

Nego Di
Nego Di Reprodução/X/@negodioficial

O influenciador e humorista Dilson Alves, mais conhecido como Nego Di, junto com seu suposto sócio Anderson Bonetti, foi condenado a 11 anos e 8 meses de prisão em regime fechado. A sentença foi proferida pela Justiça do Rio Grande do Sul e está relacionada a crimes cometidos entre março e julho de 2021. As atividades fraudulentas envolveram 16 vítimas na cidade de Canoas, localizada na região metropolitana de Porto Alegre. A condenação diz respeito à venda de produtos eletrônicos, como televisores e smartphones, por meio de uma loja virtual chamada Tad Zoeira, que oferecia preços muito abaixo do mercado, mas não entregava os itens nem reembolsava os valores pagos.

A defesa de Dilson Alves argumenta que ele nunca foi sócio de Bonetti e que não teve participação na gestão da plataforma. A advogada de Bonetti já anunciou que pretende recorrer da decisão. A defesa de Nego Di também está confiante de que instâncias superiores irão reavaliar o caso de forma imparcial. Durante a audiência, vídeos mostram Nego Di respondendo a perguntas da juíza Patrícia Pereira Krebs Tonet e do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Ele alega que sua imagem foi utilizada para impulsionar as vendas, mas que não estava envolvido diretamente nos negócios.

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O caso ganhou grande repercussão e levanta questões sobre a responsabilidade de influenciadores em negócios fraudulentos. A defesa de Nego Di afirma que ele foi acusado de mais de 300 casos, mas que “a história não é bem assim”. Apesar de a sentença já ter sido emitida, ainda cabe recurso, e as próximas providências devem ser tomadas em breve.

*Com informações de Arthur Cipriani

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*Reportagem produzida com auxílio de IA