Ariana Grande relembra atentado em Manchester: “ainda pesa no meu coração”

  • Por Jovem Pan
  • 17/05/2018 17h08
Reprodução

Quase um ano após o atentado que aconteceu em seu show em Manchester, Ariana Grande relembrou os acontecimentos e afirmou que, apesar do tempo, não consegue aliviar a dor que sente.

Em entrevista à revista Time, da qual foi capa no especial “líderes da próxima geração”, Ariana afirmou que nunca vai conseguir processar o que aconteceu. “É o que de pior existe na humanidade. É por isso que fiz o meu melhor para reagir. A última coisa que queria era que meus fãs vissem algo como aquilo e acreditassem que iria vencer”.

“A música é para ser a coisa mais segura do mundo. Acho que é por isso que [os acontecimentos] ainda pesam no meu coração todos os dias. Queria poder consertar mais. Você pensa que com o tempo vai ser mais fácil falar sobre isso, ou que vai encontrar paz, mas é muito dolorido”, continuou.

Ariana ainda afirmou que não pensava em voltar à Manchester após o atentado já que, como disse ao empresário Scooter Braun, “não poderia mais cantar aquelas músicas ou colocar o figurino”. Mas apenas dois dias depois, ela viu que era o melhor a fazer.

“Colocamos muito sobre os ombros dela e ela assumiu tudo. Sabe, pelo resto da vida, ela vai poder dizer que é exatamente quem afirma ser”, disse Scooter Braun.

@arianagrande is happy, and it’s important to her that people know that. At 24, Grande is one of the biggest pop stars in the world, and she’s coming out with new music two years after her last album, the blockbuster Dangerous Woman. Her latest single is called “No Tears Left to Cry,” a triumphant, ’90s-house-inflected pop confection, part breathy vocals and part spunky, spoken-word playfulness. She chose it carefully: “The intro is slow, and then it picks up,” she says. “And it’s about picking things up.” Grande made a song about resilience because she has had to be resilient, in ways that are difficult to imagine, after a terrorist detonated a bomb outside her May 22, 2017, concert in Manchester, England, killing 22 people and leaving more than 500 injured. What happened is part of the song, but the song is not about what happened. Instead of being elegiac, it’s joyful and lush, and Grande is proud of it, and of herself. “When I started to take care of myself more, then came balance, and freedom, and joy,” she says. “It poured out into the music.” In the video for the song, she’s upside-down, the way life used to feel. “We’ve messed with the idea of not being able to find the ground again,” she says, “because I feel like I’m finally landing back on my feet now.” #ArianaGrande is one of three International covers showcasing the Next Generation Leaders. Read more about the rising activists, artists and athletes who are reshaping music, sports, fashion, politics and more on TIME.com. Photograph by @jimmymarble for TIME

Uma publicação compartilhada por TIME (@time) em 17 de Mai, 2018 às 8:51 PDT