Kesha não levou ao tribunal queixa de estupro, diz advogada de Dr. Luke

  • Por Jovem Pan
  • 22/02/2016 18h18
Reprodução/Instagram

Na semana passada, saiu o resultado do pedido da liminar de Kesha, para que ela conseguisse trabalhar sem vínculo a Dr. Luke, e a decisão do juiz foi desfavorável à cantora. Ela, que acusava o produtor e empresário de abuso sexual e terrorismo psicológico, queria quebra do contrato com o profissional, mas a advogada dele disse que a cantora não levou essas queixas ao tribunal.

Em comunicado oficial, ela alegou que qualquer afirmação de que Kesha não está livre de Dr. Luke é um mito e que a cantora não tem provas de ter sido abusada por ele. “A Suprema Corte de Nova York, na sexta, entendeu que Kesha já está ‘livre’ para gravar e lançar música sem trabalhar com Dr. Luke como produtor, se ela não quiser. Como Dr. Luke vem repetindo, as alegações contra ele são mentiras ultrajantes que avançaram para extorquir uma renegociação de contrato e dinheiro”, disse.

“Significativamente, Kesha nunca relatou qualquer suposto abuso ou estupro para qualquer autoridade, ou ainda para a Sony Music, e ainda disse, sob juramento sobre outro assunto, acompanhada de sua equipe de advogados, que isso nunca ocorreu. O objetivo da equipe de Kesha é obter um contrato mais lucrativo através de uma campanha descarada com afirmações ultrajantes que nunca ficarão para trás em um tribunal”, acrescentou a advogada no texto.

“Dr. Luke e seus parceiros investiram no sucesso da Kesha. A Sony Music já gastou US$ 11 milhões para promovê-la, e a Sony Music e seu selo Kemosabe Records estão comprometidos em continuar a promover o trabalho dela”, afirma. “Kesha até o momento nunca validou as alegações [de abuso] neste caso, mesmo quando lhe foi dada a oportunidade em seu depoimento. Ela tampouco ofereceu uma explicação crível do motivo de ter assinado uma renovação de contrato, gravado dois álbuns e um EP, e assinado um acordo de lançamento com Dr. Luke depois de supostamente ter sido sexualmente abusada. Isso mostra que os incidentes alegados não aconteceram”.