7 easter eggs do 3º episódio de Game of Thrones que você não percebeu

Veja quais easter eggs foram escondidos no terceiro episódio da oitava temporada de Game of Thrones

  • Por Emanuellen Trizi/ Jovem Pan
  • 29/04/2019 19h13
Divulgação/HBOVeja os easter eggs do terceiro episódio da oitava temporada de Game of Thrones

O terceiro episódio da última temporada de “Game of Thrones” deixou a internet enlouquecida, seja pela escuridão do episódio ou pelos acontecimentos marcantes. Além das mortes de personagens queridos, o que não faltou na trama de The Long Night (A Longa Noite, em tradução livre) foram paralelos com cenas de temporadas anteriores, os easter eggs que já são praticamente uma tradição na série. E quase todos são centrados na grande estrela do episódio: Arya Stark.

A Jovem Pan listou alguns significados escondidos de cenas do episódio. ATENÇÃO: O texto a seguir tem dezenas de spoilers; prossiga por sua conta e risco:

Fure com a parte pontuda

Quando Arya manda Sansa ir para as criptas, ela entrega uma adaga de obsidiana para a ruiva. Sansa explica que nem sabe como usar a arma, no que a irmã prontamente responde “Fure com a parte pontuda”. A frase é a mesma instrução que Jon Snow dá à caçula dos Stark no segundo episódio da primeira temporada.

O propósito de Beric Dondarrion

Depois de ser trazido dos mortos seis vezes, Beric Dondarrion poderia ter sido salvo uma sétima vez por Melisandre, já que ela estava em Winterfell. Entretanto, assim que ele, o Cão e Arya entram na sala, Melisandre é categórica em dizer que ele cumpriu seu destino. No sexto episódio da sétima temporada, em que Beric e Jon conversam, Beric diz não entender porque o Deus da Luz continua trazendo ele de volta, mas que assim pelo menos pode manter outros vivos. No fim, Beric foi um escudo para que Arya e Cão pudessem atravessar os corredores e chegar até Melisandre.

OIhos marrons, olhos verdes, olhos azuis

A cena em que Melisandre e Arya se encontram remete ao sexto episódio da terceira temporada, quando Arya está com a Irmandade sem Estandartes. A sacerdotisa vermelha, ao conhecer Arya, fala “Você fechará muitos olhos. Olhos marrons, olhos verdes, olhos azuis” e elas relembram esses diálogo ao se encontrarem agora. E não é que a Mulher Vermelha estava certa? Walder Frey: olhos marrons; Petyr Baelish: olhos verdes; Rei da Noite: olhos azuis. Há uma teoria de que os olhos verdes podem ser os da Cersei, principalmente porque na cena original Melisandre fala em uma ordem diferente (marrom, azul, verde), mas isso ainda está por ser provado.

O que dizemos para o deus da morte?

A sala em que Arya, Cão e Beric acabam depois de fugir dos mortos é ligeiramente parecida em sua estrutura com a sala em que Syrio Forel dava suas aulas de esgrima. A semelhança poderia ter sido apenas uma coincidência, mas a gente sabe que nada é por acaso em Game of Thrones. Quando Melisandre solta a famosa frase do professor, Arya responde sem pestanejar: “hoje não” e vai ao encontro de seu destino.

Adaga de Mindinho

A arma que começou a Guerra dos Cincos Reis foi responsável por dar fim à Grande Guerra. Sim, pois, sem o ataque à Bran, Catelyn não teria sequestrado Tyrion e desencadeado oito temporadas de briga entre Lannisters e Starks. Além desse paralelo, Bran entrega a adaga para Arya na sétima temporada embaixo do represeiro. Será que ele sabia que Arya precisaria da arma no momento crucial, provando que ele também pode ver o futuro?

Jogo de adaga de Arya

O jogo de mãos que Arya fez com o Rei da Noite pegou todo mundo de surpresa, mas ele já apareceu no quarto episódio da sétima temporada, no final da luta com Brienne. Perceba que Arya faz o mesmo movimento ao ver que a oponente bloqueará o seu golpe, passando a arma para a outra mão e atacando repentinamente. 

O Rei da Noite e o represeiro

Represeiros são árvores sagradas no mundo de Game of Thrones e tem íntima ligação com o Rei da Noite. O grande inimigo foi criado pelos Filhos da Floresta com uma adaga de vidro de dragão cravada em seu peito. Nada melhor do que estar aos pés desta árvore sagrada ao ser morto, mas dessa vez com uma adaga de aço valiriano.