Unidos do Peruche divulga comunicado sobre polêmica com Ju Isen

  • Por Jovem Pan
  • 08/02/2016 17h04
São Paulo-SP-Brasil- 06/02/2016 - Carnaval 2016 - Segundo dia dos desfiles das escolas de samba do grupo especial de São Paulo, realizado no sambodromo do Anhembi. Na foto desfile da Escola de Samba Unidos do Peruche. 06/02/2016- Sao Paulo, BRAZIL – CARNIVAL – Unidos do Peruche school parade, in the Anhembi Sambodromo for the carnival in Sao Paulo 2016. Foto: Paulo Pinto/LIGASP/Fotos PúblicasJu Isen

Durante a apresentação da Unidos do Peruche na noite de sábado (6), Ju Isen, a Musa das Manifestações, como é conhecida, teve a entrada vetada no Sambódromo por usar um tapa-sexo anti-Dilma. Ju decidiu então protestar e tirou a fantasia no meio da Avenida, sendo expulsa e agredida por um integrante da escola.

A agremiação manifestou-se nesta segunda-feira (8) por meio de nota á imprensa: “Em relação o fato ocorrido durante o desfile de nossa escola na noite de sábado pelo Grupo Especial, de uma componente querer comprometer o trabalho de 1 ano de pessoas sérias, apaixonadas e dedicadas a fazer o melhor pela Unidos do Peruche, gostaríamos de esclarecer que a Unidos do Peruche abriu as portas e recebeu a componente para participar de seu desfile. Não houve nenhum problema técnico como a não entrega de fantasia ou destratamento com a mesma”, iniciou a escola.

O comunicado explicou a retirada de Ju Isen da avenida. “Outro ponto a citar é que a retirada dela da pista de desfile foi feita por um membro não ligado a Unidos do Peruche, e sim a organização, que verificou no momento a ação desrespeitosa em nosso desfile. Também vale citar que não houve agressão a mesma, no momento da retirada por componentes da escola, que faziam o desfile até então”.

A escola informou ainda que não permite manifestações políticas. “A Peruche não compactua com a utilização de desfiles de escolas de samba para realizar manifestações desta maneira, e tão pouco sabia da pretensão da componente”. “A escola já tinha advertido a então madrinha das passistas, que não aceitava esse tipo de atitude em um dos seus ensaios técnicos e ela já tinha assinado um termo com a escola onde cumpriria o que foi acertado entre ela e a direção, por fim nos colocamos a disposição para qualquer esclarecimento”, conclui a nota.