Após jogo paralisado, advogado da Lusa crava: “não jogamos a Série B”

  • Por Jovem Pan
  • 19/04/2014 14h34
Jogo foi interrompido aos 17 minutos do primeiro tempo Folhapress Jogo da Portuguesa é interrompido; veja fotos

Depois de toda a confusão que marcou a partida entre Joinville e Portuguesa, na Arena Joinville, já que o jogo foi interrompido aos 17 minutos do primeiro tempo por conta da Justiça, já que uma liminar de um torcedor estava vigente e impedia que a Lusa entrasse em campo. E, neste sábado (19), a Portuguesa convocou uma entrevista coletiva para falar sobre o caso.

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O advogado do clube do Canindé, José Luiz Ferreira de Almeida, frisou que o clube vai respeitar o que a Justiça comum decidiu e aguardar que a CBF inclua a Portuguesa na Série A do Campeonato Brasileiro.

“A Portuguesa vai aguardar a refeitura das tabelas. Vamos aguardar. Com a liminar não jogamos a Série B. Seria ferir o principio da Justiça. A Portuguesa entende que está na Série A e vai aguardar os fatos. Não jogamos a Série B”, disse o advogado, que também negou que o clube tenha medo de seu posicionamento. “Em nenhum momento, a Portuguesa teme qualquer tipo de pena pela CBF porque está respaldada por uma ação judicial. A boca fala o que quer e nessa hora temos que entender que a CBF e o STJD não é muito proba (honesta) em suas afirmações. Basta ver o histórico que o Paulo Schmitt (procurador geral do STJD) tem”, prosseguiu.

Como o advogado frisou, a Lusa solicitou à CBF o adiamento da partida, mas não obteve uma resposta da entidade máxima do futebol mundial. José Luiz Ferreira de Almeida também garante que a Confederação Brasileira de Futebol sabia da existência da liminar.

“Gostaríamos de esclarecer que a Portuguesa, na data do dia 17 de abril, emitiu um oficio à CBF e nos seus termos gerais ela informa da tutela antecipada de uma ação concedida a um torcedor e que a CBF tinha conhecimento desde o dia 11 de abril, porque apresentou defesa”, declarou. “A justiça manteve a liminar e a Portuguesa, através dessa liminar, manteve seus pontos e foi colocada de volta na Série A. Fica muito claro que não é uma ação da Portuguesa, mas uma ação do torcedor. Pedimos que a partida de ontem fosse adiada. A Portuguesa não recebeu resposta, esperou ontem durante o dia que alguma coisa fosse dita pela CBF e não teve resposta”, completou.

A súmula da partida interrompida foi entregue em branco e agora está nas mãos da CBF decidir se o duelo será disputado novamente ou se a Portuguesa vai ser julgada por W.O.