Após volta contra Botafogo, Fernando Prass apoia Valdivia como capitão

  • Por Jovem Pan
  • 10/10/2014 16h27
O goleiro Fernando Prass da SE Palmeiras durante treinamento na Academia de Futebol, no bairro da Barra Funda. São Paulo/SP, Brasil - 10/10/2014. Foto: Cesar Greco / Fotoarena Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação Fernando Prass retornou ao time titular do Palmeiras após 5 meses fora por conta de uma lesão no cotovelo

Após ficar cinco meses longe dos gramados, Fernando Prass voltou ao time titular do Palmeiras e com a vitória sobre o Botafogo, na última quarta-feira, viu o clube Alviverde se afastar de vez da zona de rebaixamento. No confronto contra os cariocas, o goleiro palmeirense não foi o capitão do time, porém apoiou a decisão de Dorival Junior em nomear Valdivia. Antes da lesão, Prass era o capitão da equipe.

Com as duas vitórias consecutivas, o goleiro acredita que é fruto de um processo e que isso já poderia ter acontecido na derrota contra o Figueirense, em Florianópolis. “Foi um processo. Já era para ter passado por isso contra o Figueirense, fizemos um bom jogo durante 80 minutos e tomamos três gols em cinco minutos. A gente vinha jogando bem, fizemos boas partidas contra Vitória, Chapecoense e Botafogo. Faz parte de um processo, e eu faço parte desse processo”, disse o arqueiro.

Sobre a entrada de Dorival e a saída de Gareca, o goleiro foi enfático a dizer o que a diretoria pensa sobre o assunto. “Eu vou dar uma opinião sobre o que eu acho o que a diretoria pensou. Acredito que o Dorival tem um conhecimento maior sobre o clube e futebol brasileiro. Qualidade todo mundo sabe que o Gareca tem, mas ele não tinha essa vivência de time e de futebol brasileiro. Assim, eles (diretoria) acharam que o Dorival reunia várias qualidades tanto técnica, de conhecimento do clube, pelo fato de já ter jogado no Palmeiras, e de conhecimento de futebol brasileiro. Eu acho que estes são os três pilares para que houvesse a recuperação do Palmeiras na tabela do Campeonato”, comentou o camisa 25.

No final, Fernando Prass comentou sobre a braçadeira de capitão ir para o chileno Valdivia, já que o goleiro era o capitão antes da contusão. “É mais uma simbologia, o time tem de ser representado no jogo. Não tem essa de ser o capitão para poder falar com o árbitro. Com respeito e sabedoria, qualquer um pode falar com o árbitro. Isso pode ter causado um efeito maior com o Valdivia, nem tanto para o grupo. O grupo não respeita mais ou menos o Valdivia porque ele é capitão. O Dorival deu uma responsabilidade maior para ele, e de repente foi para ele ter um pouco mais da noção da importância dele, tanto para o time quanto para o clube”, finalizou Prass.