Atlético-PR vence o Cruzeiro graças a gol contra de Manoel e assume vaga no G6

  • Por Estadão Conteúdo
  • 29/10/2016 19h37
PR - ATLETICO/CRUZEIRO - ESPORTES - Pablo marca para o Atlético-PR. Atlético-PR x Cruzeiro MG, partida válida pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, realizada na Arena da Baixada em Curitiba, PR. 29/10/2016 - Foto: GUILHERME ARTIGAS/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDOJogadores do Atlético-PR comemoram o gol sobre o Cruzeiro

O Atlético Paranaense voltou ao G6 do Campeonato Brasileiro neste sábado ao vencer o Cruzeiro por 1 a 0, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela 33.ª rodada da competição. O gol da partida veio graças a uma infelicidade do zagueiro Manoel, que fez contra.

Com a vitória e o tropeço do Corinthians, que empatou em casa com a Chapecoense em 1 a 1, o time paranaense assumiu a sexta colocação com 51 pontos. O Cruzeiro permaneceu na 13ª posição da tabela de classificação, com 41 pontos.

O Atlético iniciou a partida marcando forte no campo cruzeirense Aos 13 minutos, após uma cobrança de escanteio, Manoel mandou a bola para as próprias redes. Com o gol no início, o time da casa ficou mais tranquilo em campo e manteve a marcação no meio, com Otávio se destacando pelo setor, onde anulava as jogadas de criação mineira.

Na segunda etapa, o técnico Mano Menezes optou em colocar mais velocidade na equipe, com as entradas de Rafael Sóbis e Alex. Mas a estratégia demorou a dar certo. Aos 23 minutos, o zagueiro Bruno Rodrigo subiu mais que a zaga e levou perigo para o goleiro Weverton.

Nos minutos finais, o jogo ficou mais aberto e as duas equipes ainda tiveram chances claras de gols, com Bruno, em uma cabeçada no travessão, aos 46, e Pablo, que perdeu um gol sem goleiro aos 48.

No final da partida, Weverton elogiou o trabalho do grupo. “Equipe correu quando tinha que correr e segurar quando precisava, mas todo o grupo está de parabéns, foi uma partida difícil”, disse. Já o zagueiro Bruno Rodrigo lamentou o resultado. “Achei que foi um pouco injusto, mais justo seria o empate”, disse.