Conheça cinco histórias polêmicas do clássico dos Milhões

  • Por Guilherme Semerene/Jovem Pan
  • 19/03/2015 13h02
Zico veste a camisa do Vasco

Clássicos são cheios de polêmicas. Flamengo e Vasco, o clássico dos Milhões não é diferente. Inúmeras situações pitorescas já aconteceram no derbi e enriqueceram a história desta grande rivalidade.

Separamos cinco destas polêmicas que contam com a presença de Romário, Zico e tantos outros.

Zico com a camisa do Vasco
Na despedida do vascaíno Roberto Dinamite dos gramados, Zico fez-lhe uma homenagem e em um jogo de despedida vestiu a camisa do Vasco. Os dois atuaram juntos e perderam para o La Coruña por 2 a 0, em 1993, no Maracanã. Roberto e Zico também estiveram lado a lado nas Copas de 78 e 82.

Apagão
Na Taça Guanabara de 1989, o Flamengo vencia o Vasco, por 1 a 0, quando acabou a luz no Maracanã. Com receio de que a vitória fosse dada ao rubro-negro, o então presidente do cruz-maltino, Eurico Miranda, pediu para que o time saísse do gramado. A decisão da partida foi parar na Justiça e o Flamengo foi considerado o vencedor.

Romário e os lencinhos
Após a conquista da Copa do Mundo de 94, Romário retornou ao Brasil para jogar no Flamengo. Quando chegou ao rubro-negro, o baixinho mandou um recado para o torcedor do Vasco: “levem um lenço para limpar o choro no estádio”. Dito e feito: no primeiro clássico com a camisa rubro-negra, 1 a 0 Flamengo com gol de Romário.

Cadê o Flamengo?
Devido ao regulamento bizarro do campeonato carioca de 1998 vários W.O aconteceram na competição. Restando uma rodada para o término do torneio, o Vasco já havia garantido o título e o Flamengo resolveu não comparecer a partida contra o arquirrival. Foi o segundo W.O da história do Maracanã e contou com 34 pagantes.

Chocolate vascaíno
Após 12 anos longe do Gigante da Colina, Romário voltou em um domingo de Páscoa e contra o Flamengo. Na goleada de 5 a 1 com três gols do baixinho, a diretoria vascaína distribuiu 40 mil ovos de chocolate aos torcedores. Com a goleada decretada, a torcida gritava: “Uh é chocolate!”.