Craques dentro e fora da quadra! Confira os atletas mais caridosos dos esportes

  • Por Jovem Pan
  • 01/08/2018 13h30
Na última segunda-feira (30), LeBron James inaugurou sua própria escola para crianças carentes em Akron, estado de Ohio, nos Estados Unidos

Na última segunda-feira (30), LeBron James inaugurou sua própria escola para crianças carentes em Akron, estado de Ohio, nos Estados Unidos. A instituição, chamada de “I Promise”, ajudará, nesse primeiro momento, 250 crianças. Até 2022, a escola prevê abrigar mil alunos. Além de fornecer café da manhã, almoço, lanche e transporte, a “I Promise” terá suporte acadêmico, profissional e emocional aos alunos e parentes.

Muitos atletas têm uma conduta questionável fora dos campos e quadras. Violência doméstica, postagens racistas e homofóbicas, acidentes de carro, brigas de trânsito, falta de pagamento de pensão e diversas outras atitudes. Entretanto, existe uma parcela que também ajuda os mais necessitados. A Jovem Pan listou alguns esportistas que abriram o coração e carteira nos últimos anos.

Russell Wilson

O quarterback do Seattle Seahawks Russell Wilson, campeão do Super Bowl XLVIII da NFL, perdeu seu pai para a diabetes quando era uma criança ainda. Desde que se tornou jogador profissional, Wilson se juntou à fundação “Why Not You” e virou embaixador nacional da Associação de Diabetes Charles Ray III.

Além disso, visita todas as terças-feiras o Hospital Infantil de Seattle e encabeça o “Invested with Wilson”, entidade que arrecada dinheiro para comunidades carentes da região. Na temporada 2013/2014, o quarterback doou US$2000 para cada touchdown que anotou.

Neymar Jr

Muito contestado nos útlimos dias após “sumir” depois da derrota do Brasil para a Bélgica na Copa do Mundo de 2018, Neymar não deve ser criticado por seu trabalho com crianças carentes fora dos campos.O atacante do Paris Saint-Germain já ajudou a trazer água limpa para o Brasil e no combate ao Ebola pelo mundo.

O instituto Neymar Jr sediado na Praia Grande, litoral sul de São Paulo, tem uma área de 8.400 m² e impacta na vida de mais de 10 mil pessoas. A entidade atua na área do esporte, saúde, educação, cultura, gestão pedagógica e programação familiar.

Serena Willians

Uma carreira longa pode significar bastante tempo para se dedicar às caridades. A norte-americana Serena Willians comprova isso. A tenista é uma das Embaixadoras da Boa Vontade da UNICEF, ajudou a construir escolas na África. Ela também é uma das vozes na luta contra o câncer de mama e contribuiu para promover o acesso à educação para crianças asiáticas.

Segundo o site “Look To The Stars”, Willians ajuda 13 instituições de caridade e participa de 29 causas.

John Cena

Muitos classificam a Luta Livre como entretenimento e não como esporte. Mas, não podemos negar o esforço físico dos lutadores do WWE. Outra coisa que não podemos negar é que John Cena é dos artistas/atletas mais caridosos da atualidade.

Cena é deportista mais requisistado pela “Fundação Make-a-Wish”, concedendo mais de 500 pedidos. O lutador também passou anos na organização Susan G. Komen para angariar fundos e conscientização para o câncer de mama. Em 2014, ele atuou como o Grande Marechal da Corrida Global para a Cura de Susan G. Komen em 2014.

Cristiano Ronaldo

O craque português Cristiano Ronaldo é bastante conhecido por suas caridades e mesmo assim, muitas vezes, passa despercebido por suas boas ações. Ronaldo pediu para seu empresário Jorge Mendes procurasse uma organização não governamental e doou €600 mil, referente ao bônus recebido pelo título da Liga dos Campeões de 2016/2016. Ele também deu US$83 mil para uma família finaciar uma cirurgia no cérebro de uma crianças de 10 anos.

Em 2008, CR7 ganhou uma ação judicial contra um tabloide britanico e cedeu todo o dinhiero arrecadado com o processo para uma instituição de caridade na Ilha da Madeira, local onde nasceu. Um ano mais tarde, doou US$165 mil para financiar um centro de câncer em um hospital português que tratou de sua mãe.

Yuna Kim

A campeã olímpica de inverno de patinação artística Yuna Kim pode não ser conhecida pela sua modalidade no Brasil. Mas, sua carreira filantrópica deve ser louvada. Em janeiro de 2007, a Embaixadora da Boa Vontade da UNICEF doou aproxidamente US$11 mil, que ganhou em sua primeira publicidade para o Kookmin Bank, em bolsas escolares para seis patinadores.

Kim ficou conhecida por usar seu tempo e sua fama para ajudas diversas vítimas de desastres naturais no Haiti, Japão e Filipinas. Em 2010, a patinadora deu aproximadamente US$40 mil, recebidos de uma aparição em uma rádio, para a Fundação Coreana para Pessoas com Deficiência. Recentemente, cedeu US$100 mil para fornecer água potável e educação às vítimas do tufão Haiyan, que devastou regiões do Vietnã, Filipinas, Hong Kong e Taiwan.

Ayrton Senna

O piloto sonhava com um país em que todos tivessem a oportunidade de ser vitoriosos no que sonhassem em ser. Ele sabia que essa possibilidade estava distante da maioria dos brasileiros e ousou sonhar em mudar essa realidade. Por isso, dois meses antes do acidente em Ímola, o piloto compartilhou com a sua irmã o desejo de fazer algo grande pelo futuro dos brasileiros, em especial pelas crianças e jovens.

O seu desejo se somou ao de Viviane, que já trabalhava pelo desenvolvimento humano como psicóloga e queria fazer mais pelas novas gerações. Juntos, sonharam em concretizar esse desejo, mas Ayrton não teve tempo de participar dessa construção. Apesar da dor da perda, Viviane e a família Senna decidiram realizar o sonho de Ayrton, trazendo a luz do ídolo para uma causa de todos.

Desde sua fundação, o Instituto Ayrton Senna vem produzindo conhecimentos e experiências inovadoras capazes de inspirar práticas eficientes, formar educadores e aplicar soluções educacionais para promover uma educação integral que prepara o aluno para viver no século 21.

Essas inovações são levadas para as escolas em parceria com as redes públicas de ensino, a fim de fortalecer o protagonismo dos educadores e dos alunos que estão entre o ensino fundamental e médio, preparando-os para os desafios do mundo contemporâneo.

O Instituto beneficia anualmente 1,5 milhão de crianças e jovens, forma 65 mil professores e impacta 660 municípios em 17 Estados brasileiros.