Eles cobram, auxiliam e orientam: veja os grandes “paizões” do esporte brasileiro

  • Por Jovem Pan
  • 06/08/2015 13h20
Rubinho

Neste domingo (9), comemoramos o dia dos pais em todo o Brasil. No esporte, muitas vezes o comandante de uma equipe assume um papel além da liderança. Dependendo do perfil de liderança de um atleta, ele se torna a referência em um grupo e incorpora o papel de “paizão” de um time. Alguns mais sérios e severos cobram o máximo de seus companheiros, outros, com o estilo mais calmo e amigável, fazem com que os colegas se dediquem cada vez mais.  

Independente de perfil, a figura dos “paizões” no esporte é fundamental no esporte, pois auxiliam os mais jovens e chamam a responsabilidade em momentos difíceis. Por isso, neste dia dos pais, a Jovem Pan Online destaca alguns grandes paizões do esporte brasileiro:

Oswaldo de Oliveira: com um perfil sereno, calmo e sorridente, Oswaldo se destaca pelo bom trato com os atletas. Querido por onde passou, o treinador carioca “ganha” o elenco nas relações humanas. Quando Oswaldo deixou o Santos, em 2014, o atacante Geuvânio chegou a declarar que chorou ao saber da saída do comandante.

Felipão: pentacampeão com a Seleção brasileira, Scolari nunca se destacou pela capacidade técnica ao montar suas equipes. O forte do gaúcho sempre foi montar a chamada “família” e, desse modo, tirar o máximo de cada jogador.

Telê Santana: um dos maiores treinadores da história do futebol brasileiro, Telê ganhou destaque por se preocupar demais com seus atletas. Severo em alguns momentos, o treinador se destacou por “cuidar” muitos dos jogadores de seus times.

Zito: capitão do time do Santos nos anos 50 e 60, Zito era o grande paizão da equipe que contava com Pelé e Pepe. Exigia o máximo de seus companheiros e ficou marcado, além da liderança, por pedir sempre um gol a mais nas goleadas históricas do Peixe.

Rubinho: piloto mais velho da Stock, Barrichello foi, durante muito tempo, o grande líder dos pilotos na Fórmula 1. O brasileiro ocupou durante um longo período o posto de presidente da associação dos pilotos da principal categoria do automobilismo mundial.

Rogério Ceni: grande ídolo do São Paulo, Rogério não foge das responsabilidades de líder no tricolor e se mostra um verdadeiro paizão dos companheiros mais novos em alguns momentos, basta lembrarmos o carinho que o Mito tinha com o ex-companheiro Lucas, hoje no PSG.

Marcos: experiente, líder e divertido, São Marcos se tornou, durante muito tempo, o paizão dos jogadores do Palmeiras. Sempre dando a cara a tapa e orientando os mais novo (especialmente os goleiros), Marcos se tornou querido dentro e fora do clube.