Federer bate russo e garante vaga nas oitavas do Aberto da Austrália

  • Por EFE
  • 18/01/2014 04h07
Federer atropela russo e vai às oitavas do Aberto da Austrália

O tenista suíço Roger Federer garantiu neste sábado sua presença na segunda semana do Aberto da Austrália ao derrotar em uma hora e 41 minutos o russo Teymuraz Gabashvili por 3 sets a 0, com parciais de 6/2, 6/2 e 6/3, que selou sua classificação para as oitavas de final.

Jogando um tênis brilhante, e quase sem suar a camisa, Federer liquidou facilmente a partida para o delírio de seu novo treinador, o sueco Stefan Edberg. Em seguida, o ex-número 1 comparou sua atuação com as do ano de 2009, quando ganhou dois Grand Slams, em Paris e Londres, além de disputar as finais do Aberto da Austrália e do US Open.

“Definitivamente, é uma época emocionante. A última vez que ela (sua esposa Mirka) estava grávida, joguei muito bem e ganhei Roland Garros e Wimbledon”, disse Federer ao se referir à boa atuação no jogo e à gravidez de sua mulher, que espera seu terceiro filho.

Federer e Mirka anunciaram no final do ano passado que seriam pais outra vez e que Myla Rose e Charlene Riva, suas duas filhas, ganhariam a companhia de um irmão.

O suíço enfrentará nas oitavas de final o ganhador do duelo entre os franceses Jo-Wilfried Tsonga e Gilles Simon e lembrou que está tirando proveito de sua nova raquete, de maior tamanho, que reforça sua pegada. “Continua sendo uma raquete de tênis”, disse, “mas o tênis mudou muito nos últimos anos e com esta potencializei meu serviço, e acho que foi uma boa ideia”.

“Sempre que entro em um torneio meu objetivo é chegar à segunda semana”, disse Roger ainda em quadra, enquanto Edberg consentia na arquibancada, satisfeito com o trabalho de seu pupilo.

“Quando ele me disse que sim, fiquei feliz”, comentou o suíço ao lembrar como se sentiu quando Stefan decidiu ser seu treinador. Depois relembrou os tempos nos quais ele foi gandula no torneio da Basileia, sua cidade natal, onde atuou em partidas do sul-africano Wayne Ferreira e do alemão Michael Stich, mas não se lembrava bem se tinha trabalhado em algum jogo de Edberg.

“Acho que sim, mas não tenho certeza”, disse diante dos risos do público. EFE