Futebol e Melodia: a bola inspira a música e vice-versa; veja série completa

  • Por Jovem Pan
  • 21/09/2015 09h43
São muitos os momentos em que a música e o futebol se cruzaram

Quando um time pratica um futebol bonito, vistoso, “orquestrado”, é comum dizer que este time “joga por música”. A música inspira o futebol, mas a recíproca também é verdadeira. As canções e o esporte bretão caminham lado a lado e essa relação inspirou a série de reportagens Futebol e Melodia, produzida pelo repórter André Ranieri, da Rádio Jovem Pan.

Em muitos momentos, a música utilizou o futebol para alcançar um sucesso em todo o planeta. É o caso do cantor Michel Teló e sua canção “Ai se eu te pego” que rodou o mundo depois que o atacante Cristiano Ronaldo comemorou um gol fazendo a coreografia da canção.

O futebol inspira a música e é responsável por grandes canções que fizeram sucesso no Brasil e no mundo. Homenagens a grandes craques do esporte mais popular do planeta são comuns e algumas fizeram grande sucesso. É o caso de Fio Maravilha, homenageado na voz do cantor Jorge Ben Jor.

Muitas canções transcenderam os discos e shows e foram parar nas arquibancadas. Músicas de sucesso inspiraram cantos de torcidas de futebol que serviram para declarar amor e empurrar os times na busca pela vitória. Grandes exemplos disso foram as músicas “Não quero dinheiro, eu só quero amar”, de Tim Maia, e “Brasília amarela”, dos Mamonas Assassinas, que ganharam versões nas torcidas de Corinthians e Internacional.

A Seleção Brasileira também já foi prova viva da relação entre futebol e música. Se hoje o escrete canarinho não é unanimidade entre os brasileiros, em outros tempos, o time verde e amarelo era paixão nacional e serviu de inspiração para canções marcantes até hoje lembradas. Uma das músicas mais marcantes na história da Seleção é “A taça do mundo é nossa”, em 1958 para comemorar a conquista da primeira Copa do Mundo do Brasil. Mas talvez a música mais marcante feita para a Seleção seja “Pra frente Brasil”, canção composta por Miguel Gustavo e que virou um hino para todos os brasileiros na Copa de 1970.

E se a música faz parte do dia a dia de todos nós, com os jogadores de futebol não é diferente. O gosto musical dos jogadores é variado e vai do rock pesado ao pagode gospel. Entre os boleiros há quem goste do bom e velho rock’n roll com o goleiro são-paulino Rogério Ceni. Outros preferem o funk e sertanejo como Neymar. Grande parte dos jogadores gostam de pagode, como o atacante Uruguaio Cavani, do PSG, que se diz fã de Raça Negra.