Agora vai? Vadão crê em 1º título mundial da Seleção Feminina: ‘É possível’ 

  • Por Jovem Pan
  • 12/12/2018 17h23 - Atualizado em 12/12/2018 17h29
CBF/Divulgação Vadão é o atual treinador da Seleção Brasileira Feminina de Futebol

Apesar de contar com a jogadora mais premiada da história, a Seleção Brasileira Feminina de futebol amarga uma incômoda seca: a de nunca ter sido campeã mundial. O jejum é desconfortável, é verdade, mas pode acabar no ano que vem: de 7 de junho a 7 de julho, o time verde e amarelo entra em campo na França para a disputa da oitava edição da Copa do Mundo. 

É razoável imaginar o Brasil na briga pelo título? 

Para o técnico Vadão, sim.  

“É possível, sim”, disse o comandante da Seleção Feminina, em entrevista exclusiva ao locutor José Manoel de Barros, da Rádio Jovem Pan. “Todas as vezes que disputamos uma competição, entramos sonhando. Sabemos que temos adversários poderosos. Hoje, o futebol feminino conta com potências como Noruega, Canadá, Alemanha, França, Inglaterra, Austrália, Estados Unidos… Todas essas equipes têm chances de ser campeãs. E, com o Brasil, não é diferente”, acrescentou. 

Em sorteio realizado no último fim de semana, a Seleção Brasileira caiu no Grupo C, ao lado de Jamaica, Itália e Austrália. A equipe da Oceania foi a algoz canarinho na última edição do Mundial, em 2015, quando eliminou o time de Marta, Cristiane e companhia nas oitavas de final. 

“É um grupo bem equilibrado”, analisou Vadão. “A única surpresa é a Jamaica, que, desde que cheguei à Seleção, nós nunca enfrentamos. Nós conhecemos bem a Itália, que vem evoluindo muito nos últimos anos. Já a Austrália é considerada uma das favoritas ao título. Nós conhecemos bem, também. É um grupo relativamente forte e equilibrado. Temos que ficar atentos para passar de fase”, sacramentou. 

Em sete participações na Copa do Mundo, a Seleção Brasileira Feminina tem como melhores resultados o vice-campeonato, em 2007, e a terceira colocação, em 1999. Nas duas últimas edições, o Brasil sequer alcançou as semifinais.