Corinthians e Palmeiras se preparam para clássico com dúvidas sobre os volantes

  • Por Jovem Pan
  • 05/04/2018 11h53
Daniel Augusto Jr./Agência Corinthians/DivulgaçãoGabriel agora tem concorrência de Ralf

Uma coincidência vai marcar a preparação de Corinthians e Palmeiras antes da final do Campeonato Paulista: os dois times estão com dúvidas sobre quais volantes jogarão neste domingo (8), no Allianz Parque. De um lado, a escolha será entre Ralf e Gabriel. Do outro, a indecisão é sobre Moisés e Thiago Santos.

No Corinthians a dúvida surgiu nesta quarta-feira (4), porque Carille treinou o time titular com Ralf em campo. Mas Gabriel é titular absoluto desde o ano passado e inclusive enfrentou o ex-clube no primeiro jogo da final, no sábado passado (31).

As atuações de Gabriel são consistentes, mas a escolha de Carille é baseada em características. Ele já explicou que os dois volantes possuem perfis diferentes e podem ser utilizados de acordo com o adversário: “Gabriel é perna mais rápida, encurta mais rápido, até pelo seu tamanho. Ralf tem mais imposição, tem uma força por cima de se impor mesmo”.

Moisés é favorito na disputa com Thiago Santos

No Palmeiras a dúvida existe porque Felipe Melo foi expulso no primeiro dérbi. Então Roger Machado precisa escolher quem jogará ao lado de Bruno Henrique. Se Thiago Santos for o escolhido, é uma troca simples, com poucas mudanças de características, já que Thiago também marca forte e centralizado. O único problema é a perda de qualidade no passe. Felipe tem participado bem da distribuição, enquanto Thiago é mais limitado nesse fundamento.

A outra opção é Moisés, que foi elogiado por Roger Machado após jogar contra o Alianza Lima, nesta terça-feira (3). “O Moisés correu uma barbaridade em campo, estava em todos os lugares, onipresente. O Moisés sai na frente para substituir o Felipe Melo, mas tenho outras opções. Ele sai na frente, é o primeiro jogo do ano que ele faz do início ao fim, se comportou bem. Dá sustentação defensiva e no ataque, também”. O único porém neste caso é que Bruno teria que jogar mais recuando, segurando as idas ao ataque, que fizeram diferença nas partidas mais recentes.