Benedetto volta a brilhar, mas River busca empate com Boca na Bombonera

  • Por Jovem Pan
  • 11/11/2018 19h42 - Atualizado em 11/11/2018 20h40
Raúl Martínez/EFECarrasco do Palmeiras, Benedetto saiu do banco, balançou as redes, mas não deu a vitória ao Boca no jogo de ida da final da Libertadores

Carrasco do Palmeiras, Darío Benedetto voltou a brilhar. O atacante argentino saiu do banco de reservas, marcou um gol para o Boca Juniors, mas não conseguiu dar a vitória ao time xeneize no jogo de ida da final da Libertadores. Isto porque o River Plate, comandado por um inspirado Lucas Pratto, confirmou a boa fase, não se intimidou com a força do rival na Bombonera e arrancou um importante empate por 2 a 2 na primeira metade da “superdecisão continental”.

O jogo da volta está marcado para o dia 24 de novembro, um sábado, no Monumental de Nuñez. Quem vencer será campeão. Um novo empate, independentemente do placar, levará a decisão aos pênaltis. Na final da Libertadores, afinal, não há o critério do gol fora de casa.

Boca Juniors e River Plate fizeram um clássico bastante equilibrado na Bombonera. Os visitantes começaram melhor, obrigado o goleiro Rossi a fazer grandes intervenções, mas foi a equipe da casa que abriu o placar. Aos 33min, Ábila finalizou duas vezes e contou com contribuição de Armani para fazer 1 a 0 para o Boca. A festa tomou conta do estádio, mas durou pouco: dois minutos mais tarde, Pratto recebeu em profundidade e chutou cruzado, rasteiro, para empatar o jogo.

Foi depois da igualdade do River que a estrela de Darío Benedetto brilhou. Autor de três dos quatro gols do Boca na semifinal contra o Palmeiras, o atacante, que saíra do banco para entrar no lugar do lesionado Pavón aos 26min, aproveitou cobrança de falta e cutucou de cabeça, no cantinho de Armani: 2 a 1 para os mandantes. O River criou mais chances nos 45 minutos iniciais, mas foi ao intervalo em desvantagem.

A situação, no entanto, foi rapidamente alterada na segunda etapa. Aos 15min, após cobrança de falta, Lucas Pratto e Izquierdoz dividiram de cabeça, e a bola morreu no canto direito da meta de Rossi. O gol foi dado ao zagueiro do Boca, contra. A partir daí, o time da casa se lançou ao ataque – inclusive com a entrada de Carlos Tévez –, mas não conseguiu chegar à vitória. No lance mais claro, aos 43min, Benedetto recebeu de Carlitos cara a cara com o gol, finalizou com força, mas Armani fez defesa espetacular. A decisão ficou, mesmo, para o Monumental de Nuñez.