Com técnico mantido, força máxima e base formada, Brasil tem ‘obrigação de vencer’ Argentina

  • Por Jovem Pan
  • 16/10/2018 08h29 - Atualizado em 16/10/2018 08h32
Lucas Figueiredo/CBFTite deve escalar Seleção Brasileira com 10 jogadores que estiveram na Copa de 2018

A Seleção Brasileira está em uma boa condição para o clássico desta terça-feira (16), contra a Argentina. A equipe de Tite terá força total e provavelmente utilizará a base formada durante os últimos 2 anos. Já a equipe adversária tem um desfalque enorme, de Lionel Messi, e não conta sequer com um técnico efetivo, pois será comandada pelo interino Lionel Scaloni. Com tudo isso, haverá grande pressão para o Brasil vencer a partida, que será realizada na Arábia Saudita, às 15h (de Brasília).

Existem dúvidas sobre a escalação do Brasil. Ao contrário do que faz na maioria dos amistosos, Tite não quis confirmar a escalação. Mas é possível imaginar uma equipe com muitos jogadores que disputaram a Copa do Mundo de 2018. A provável escalação tem Alisson; Danilo, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís; Casemiro, Arthur e Renato Augusto; Neymar, Coutinho e Firmino.

Tite tem escalado novos jogadores e feito mudanças táticas, mas mantém na equipe titular muitos jogadores que disputaram o Mundial. Nesta provável escalação, por exemplo, o único que não esteve na Rússia foi Arthur. Com essa base, o Brasil teve vitórias tranquilas nos amistosos contra Estados Unidos, El Salvador e Arábia Saudita.

Já a equipe da Argentina passa por uma reformulação. Além da ausência de Messi, que ainda não anunciou se voltará para a equipe, Scaloni tem promovido muitos testes, com o objetivo de dar mais opções ao futuro técnico. A escalação provavelmente terá Sergio Romero; Renzo Saravia, Nicolás Otamendi, Germán Pezzella e Nico Tagliafico; Leandro Paredes, Rodrigo Battaglia, Paulo Dybala, Giovani Lo Celso, Icardi e Lautaro Martínez.

A Argentina está invicta sob o comando de Scaloni. Foram 3 jogos, com goleadas contra Guatemala e Iraque, e um empate por 0 a 0 com a Colômbia. Inicialmente a Federação não comenta a possibilidade de efetivar o técnico, mas a falta de opções pode levar a seleção a isso. Ainda mais se houver uma surpreendente vitória contra o Brasil.