Presidente do Barcelona: ‘Quando Messi parar de jogar, ninguém pode substituí-lo’

  • Por Jovem Pan
  • 19/02/2019 09h02
Divulgação FCBMessi tem melhorado com o tempo, segundo Bartomeu

O contrato de Lionel Messi com o Barcelona acaba daqui a 2 anos, em 2021. Por isso já começaram a surgir comentários sobre uma possível renovação ou até saída do craque. O presidente do clube, Josep Maria Bartomeu, mostrou um discurso otimista e afirmou que ninguém pode substituir o argentino.

“Quando Messi parar de jogar com a gente, ninguém pode substituí-lo. É impossível! Atrás de Messi, não há ninguém. Nem no Barça, nem em qualquer outro lugar. O treinador, então, tem que pensar sobre como a equipe vai jogar”, afirmou Bartomeu em entrevista ao jornal francês “Le Figaro”.

Bartomeu disse estar planejando a renovação contratual: “já estamos pensando nisso, mas é um futuro ainda distante. Ele é um jovem jogador, ele tem 31 anos, seu desempenho é muito bom, ele joga cada vez melhor e eu não sei como ele faz isso”.

De acordo com Bartomeu, há “três escolas” que sempre interessam ao clube catalão: a brasileira, a holandesa e a francesa. “Os grandes talentos saem desses três países”, ressalta.

Questionado sobre Adrien Rabiot, o presidente do Barça responde que não houve nenhum contato com o meio-campo francês – em conflito com o seu clube, o Paris Saint-Germain. “E se houvesse, eu não poderia te dizer”, assegura.

Sobre a possibilidade de Neymar voltar a vestir a camisa da equipe catalã, ele lembrou que em nenhum momento seu pai ou o próprio atacante brasileiro, que defende o PSG, entrou em contato com o Barcelona.

“O Barça apostou em dois jogadores ofensivos, Ousmane Dembélé e Philippe Coutinho, que compramos com a venda do Neymar”, declarou.

Ele insiste que, para o Barcelona, a ambição é ter grandes jogadores “para vencer, não para fazer negócios”. No caso de Neymar, o dirigente lembrou que o clube não queria os 222 milhões de euros que o PSG pagou pelo atacante.

E por esse mesmo motivo deixa claro que nomes como Messi, Piqué ou Busquet “não estão à venda”.

Com EFE