Em menos de 6 meses, Róger Guedes alcançou número de gols que fez pelo Palmeiras em quase 2 anos

  • Por Jovem Pan
  • 11/06/2018 14h48
Róger Guedes fez 12 gols pelo Palmeiras e pelo Atlético-MG

Demorou apenas 6 meses para Róger Guedes sair da condição de indesejável no Palmeiras e virar artilheiro do Campeonato Brasileiro pelo Atlético-MG, além de se tornar alvo de interesse de times europeus. Ele conseguiu isso com boas atuações e uma rotina de “matador” que nunca teve no Verdão.

Róger Guedes chegou ao Palmeiras em abril de 2016 e conseguiu se destacar rapidamente. Foi titular absoluto na campanha do título do Campeonato Brasileiro. Mas esteve longe de ser artilheiro: fez apenas 4 gols no ano.

Em 2017, Guedes foi mais irregular, assim como todo time do Palmeiras. Até conseguiu fazer mais gols, 8, mas também teve atuações que irritaram a torcida e o mandaram para o banco de reservas. Por fim, problemas internos, como discussões com Felipe Melo, acabaram resultando no empréstimo para o Atlético-MG.

O começo da passagem no Galo não foi fácil, Guedes mostrou irregularidade novamente, mas cresceu demais no Campeonato Brasileiro. Após 11 jogos disputados, ele fez 8 gols no torneio nacional e passou a ser querido pela torcida. Também já tinha marcado duas vezes pelo Campeonato Mineiro e mais duas pela Copa do Brasil. Portanto chegou a 12 gols em menos de 6 meses, mesma quantidade que alcançou no Palmeiras em quase 2 anos.

Porém, enquanto os atleticanos pedem a permanência de Guedes, o Palmeiras está de olho na grana que pode ganhar caso o atacante seja negociado, pois detém 25% dos direitos econômicos do atleta. De acordo com valores especulados sobre a transferência, o Verdão pode ficar com quase R$ 10 milhões.

A transferência não está confirmada e por enquanto Róger só fez mistério sobre a possibilidade de saída: “não adianta mentir que proposta não tem, pois tem. Estou muito feliz no Atlético, sigo fazendo meu trabalho, honrando a camisa. Minha vontade é o momento, eu quero ficar, mas depois da Copa vamos ver o que acontece. Se for bom para mim e para o clube, tenho que seguir outro caminho”.