Presidente da CBF se reúne com Bolsonaro e debate ações sobre futebol

  • Por Jovem Pan
  • 10/04/2019 20h30 - Atualizado em 10/04/2019 20h42
Lucas Figueiredo/CBFGianni Infantino, presidente da FIFA e Rogério Caboclo, presidente da CBF, são recebidos por Jair Bolsonaro em Brasília

Rogério Caboclo, novo presidente da Confederação Brasileira de Futebol, foi recebido pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em Brasília nesta quarta-feira (10). No encontro, que contou com a presença do presidente da FIFA, Gianni Infantino, o mandatário do futebol nacional conversou sobre programas sociais e de educação, além de ações econômicas ligadas a modalidade esportiva.

“O que colocamos para o presidente Bolsonaro é o nosso desejo de desenvolver o futebol, de mudar o patamar do futebol brasileiro na economia, fazendo uma escalada do futebol no PIB do Brasil”, disse Caboclo. “Os clubes precisam arrecadar mais e, por isso, diversificar e otimizar as fontes de receita. Assim, aumentam de nível e chegam mais próximos dos times europeus, de modo a termos por mais tempo os craques no País e à disposição da seleção”, completou.

Também estiveram presentes no encontro com Bolsonaro, que durou uma hora e começou com 55 minutos de atraso, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Augusto Heleno, o Secretário Especial do Esporte do Ministério da Cidadania, Marco Aurélio Vieira, e Ronaldo Lima dos Santos, secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor do Ministério da Cidadania.

Competições

No encontro, os dirigentes esportivos destacaram a importância de o País receber a Copa América, marcada para acontecer entre os 14 de junho a 7 de julho, e o Mundial Sub-17, que será disputado entre outubro e novembro. Caboclo disse ainda que a CBF não fez nenhum pedido adicional ao governo em função das competições que o Brasil vai receber.

“As competições são custeadas pela Conmebol, no caso da Copa América; e pela Fifa, no caso da Copa do Mundo Sub 17… (O governo cuida de) itens como segurança e logística e de tudo aquilo que está no campo das atribuições governamentais. Não pedimos nenhum favor especial”, comentou o dirigente.

Com informações de Agência Estado