Daniel Alves comemora volta de grandes nomes ao Brasil: ‘Temos um compromisso com o nosso futebol’

  • Por Jovem Pan
  • 06/08/2019 20h28
Divulgação/SPFCDaniel Alves no São Paulo

Daniel Alves concedeu entrevista coletiva no Salão Nobre do Morumbi, nesta terça-feira (6), e explicou suas motivações para voltar ao futebol brasileiro. O craque da seleção brasileira também comentou o momento vivido no Brasil e a chegada de grandes nomes mundiais.

“Eu acredito que na minha visão e na visão deles, a gente deve um pouco ao nosso futebol porque não atuamos tanto aqui. Eu gostaria, falando de mim, de retribuir tudo o que o futebol brasileiro me deu. Ter vivido grandes momentos com clubes europeus e não ter vivido com clubes brasileiros. Vivi coisas boas com o Bahia, mas não deu tempo de viver mais coisas. E por isso também estou aqui. Temos um compromisso com o nosso futebol, com os jovens que querem ser jogadores, ajudar a família, como fizemos. Devolver um pouco essa oportunidade que o futebol brasileiro deu”, opinou Daniel Alves.

O lateral-direito também comentou sobre o calendário do futebol brasileiro, com um número de jogos bem maior do que o europeu, e o fato de ter recebido a camisa 10 do Tricolor.

“Não, acredito que hoje em dia nada me assusta, e menos a possibilidade de jogar. Eu trabalho para jogar, ajudar meus companheiros. Não acredito que ninguém joga 70 jogos no ano, mas pode ter certeza que o Dani vai ser o primeiro a estar lá para jogar. Não prometo nada além do meu melhor pelo São Paulo”, disse.

“Eu acredito que o meu espírito vencedor encontrar um grupo jovem pé interessante porque eles te dão energia para construir coisas grandiosas. Vai ser uma boa combinação. Acredito que essa junção de experiência e juventude… eu tenho um espírito bastante jovem. Vou tentar que meus companheiros não me vejam diferente. Venho com o mesmo espírito. Não quis pegar o número de ninguém, por isso escolhi o número do Raí. Para não ficar dúvida que eu vim aqui para somar. Os números estavam soltos. Simplesmente porque era uma referência e o número estava solto. Quero ser tratado da mesma forma que todos”, concluiu.