Ídolo tricolor, Chulapa acredita que brilho de Antony e retorno de Nenê podem levar São Paulo à final

  • Por Jovem Pan
  • 07/04/2019 12h32 - Atualizado em 07/04/2019 12h35
Jovem PanImagem de arquivo de Aloísio Chulapa nos estúdios da Jovem Pan

O Palmeiras é favorito na segunda partida da semifinal do Campeonato Paulista disputada contra o São Paulo neste domingo (7), às 16h, no Allianz Parque. A afirmação é de Aloísio Chulapa, ídolo tricolor que falou sobre suas expectativas para o clássico em entrevista exclusiva a Fausto Favara da Jovem Pan. Mesmo assim, no entanto, o ex-jogador acredita em uma “zebra” do time comandado pelo técnico Cuca.

“O Palmeiras é, sim, favorito. Tem um time muito forte. Mas clássico é clássico. O São Paulo precisa de um resultado positivo para passar confiança aos torcedores. Foi 0 a 0 no primeiro jogo. Agora vai ser com a casa deles lotada. Mas o torcedor doente nunca pode desistir. Somos São Paulo até a morte e vamos torcer até o último minuto tomando danone”, brincou.

Para o ex-atacante, três pontos, em especial, podem levar a equipe à final da competição: a chegada antecipada do treinador Cuca, as excelentes atuações do garoto Antony e o retorno de Nenê – que, mesmo em meio a críticas de parte da torcida e negociações com outros clubes, considera ser um “maestro” em campo.

“O Palmeiras é um time que tem potencial grande com Ricardo Goulart, Dudu, Lucas Lima, Scarpa. Tem muitos jogadores de qualidade. Só que o São Paulo tem um menino aí sendo um dos maiores jogadores do campeonato. O Antony. E tem a volta do Nenê, experiente, vitorioso. Ninguém pode falar nada dele, é um maestro em campo, precisamos dele”, disse. “E o [Vagner] Mancini tinha começado um trabalho, agora o Cuca está arrumando a casa, graças a Deus. Estou feliz com todas as contratações. Pato, Tchê Tchê, Vitor Bueno. Acho que estamos no caminho certo”, completou.

Chulapa deixou, por fim, um alerta. Para superar o time de Felipão, o tricolor vai ter que marcar os pontos fortes do Verdão – e não pode “deixar o Dudu jogar”. Ele chegou a dizer, por sinal, que não entende como o camisa 7 alviverde não é convocado por Tite para a Seleção Brasileira. “A única coisa que posso falar além disso é que o São Paulo é grande. A torcida está apoiando até o final. Tem motivação melhor que colocar 32 mil pessoas em um treinamento? Não tenho que falar mais nada”, concluiu.