Leco explica volta de Ataíde ao cargo: “o futebol precisa de absoluta tranquilidade”

  • Por Jovem Pan
  • 18/10/2015 16h28
SÃO PAULO, SP, BRASIL, 23-03-2012: O advogado Carlos Augusto de Barros e Silva participa de jantar de apoio à candidatura de Alberto Zacharias Toron para a presidência da OAB, em São Paulo (SP). (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress, MONICA BERGAMO)Carlos Augusto Barros e Silva

Pouco tempo depois da renúncia de Carlos Miguel Aidar, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, presidente interino do São Paulo, reconduziu Ataíde Gil Guerreiro ao cargo de vice-presidente de futebol. Ataíde foi o pivô da crise que levou à renúncia de Aidar, e havia sido afastado pelo então presidente depois de uma briga em um hotel da Capital. Em entrevista ao repórter Wanderley Nogueira, da Rádio Jovem Pan, Leco explicou a volta do dirigente.

“O futebol do São Paulo é o que há de mais importante neste clube. Ele precisa estar em uniformidade, com tranquilidade, com condição de trabalho para que nós enfrentemos este final do ano, seja no Campeonato Brasileiro, seja na Copa do Brasil, e nos dois estamos com possibilidade de alcançar aquilo que é o desejo maior nosso, a conquista da Copa do Brasil, o único título que não temos, e o ingresso no G4. Nessa hora, o futebol do São Paulo tinha que ter tranquilidade, absoluta tranquilidade, e eu mantive toda a estrutura do futebol, a partir do Ataíde, e com um acréscimo inclusive”, disse o mandatário.

Leco é o presidente do Tricolor até a realização de novas eleições, nas quais sairá como candidato. Sobre o momento atual, ele faz uma avaliação positiva. “A única coisa que eu tenho certeza é de estar recebendo uma crescente onda de apoio e de adesão. Isso tem sido muito positivo, me anima muito, me confere uma responsabilidade grande porque o momento do São Paulo é um momento difícil, que precisa ser enfrentado com muita serenidade, unindo todas as forças do São Paulo para voltarmos ao São Paulo”, analisou.

Sobre outras candidaturas e a desistência de Paulo Amaral de concorrer à presidência do clube, Leco preferiu não se envolver. “Não sei avaliar, porque, sinceramente, os movimentos que a gente percebe não demonstram consistência, força suficiente para causar nenhum tipo de impressão. Eu não posso fazer nenhuma avaliação”, concluiu.