Leco lamenta turbulência no São Paulo e destaca: “crise sem precedentes”

  • Por Jovem Pan
  • 07/10/2015 11h31
SÃO PAULO, SP, BRASIL, 23-03-2012: O advogado Carlos Augusto de Barros e Silva participa de jantar de apoio à candidatura de Alberto Zacharias Toron para a presidência da OAB, em São Paulo (SP). (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress, MONICA BERGAMO)Carlos Augusto Barros e Silva

O São Paulo vive uma das piores crises de sua rica história, turbulência nunca vista antes no tricolor do Morumbi. Essa é a opinião do presidente do Conselho Deliberativo são-paulino, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, que conversou com exclusividade com o repórter Luís Carlos Quartarollo, da Rádio Jovem Pan. Leco lamentou o momento conturbado do clube e destacou que o clima efervescente pode refletir dentro de campo.

“Estamos vivendo um problema, uma crise sem precedentes e que tem causado um grande aborrecimento, uma grande preocupação para toda a coletividade são-paulina”, declarou Leco. “Com certeza (é a maior crise da história do clube). É como eu disse no início, sem precedentes”, completou o presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo.

Leco destacou que a crise envolvendo a direção do clube, a demissão de toda a diretoria e as criticas sofridas pelo presidente Carlos Miguel Aidar podem refletir negativamente dentro de campo. Ainda assim, o dirigente afirmou que um impeachment de Aidar não seria positivo para o clube.

“Certamente trás alguns reflexos (dentro de campo), causa intranquilidade, instabilidade. É uma coisa que esperamos que não aconteça, porque a razão de ser do São Paulo é o futebol e precisa ter tranquilidade e forças para honrar a história de grandezas”, disse.

“Sobre o impeachment, é um procedimento complexo e traumático, não conhecemos na história do clube. Embora seja mencionado, de anteontem pra cá de forma muito intensa, esperamos que isso não aconteça”, completou Leco.

A saída do técnico Juan Carlos Osorio também foi comentada por Leco que lamentou o ocorrido. Para o presidente do Conselho Deliberativo tricolor, o colombiano mostrou qualidade à frente da equipe do Morumbi.

“Ruim (a saída de Osorio), ruim porque ele demonstrou ser uma pessoa qualificada, muito bem intencionada e segundo ele próprio disse, acabou enfrentando problemas que não contava. Claro que isso mexe com a perspectiva da boa formação de uma equipe. É triste que tenha acontecido e que o São Paulo se veja com mais esse problema”, declarou.