Montoya vence na Pensilvânia pela Indy; Castroneves chega em segundo

  • Por Agencia EFE
  • 06/07/2014 23h34

(corrige título)

Redação Central, 6 jul (EFE).- O automobilismo latino-americano voltou a viver um dia de vitórias na IndyCar com o triunfo do piloto colombiano Juan Pablo Montoya na corrida Pocono IndyCar 500, disputada no circuito de Pocono Raceway, de Long Pond (Pensilvânia).

O brasileiro Hélio Castroneves chegou em segundo lugar e conseguiu empatar com o líder da competição, o australiano Will Power, que foi sancionado na reta final da corrida por tentar bloquear o piloto brasileiro, e acabou terminando a prova em décimo lugar.

A vitória de Montoya foi sua primeira na temporada outra vez na competição IndyCar, após sete anos de ausência que passou na Nascar, onde a última vez que ganhou uma corrida foi em 2010, ao vencer a prova disputada no autódromo de Watkins Glen.

Outro colombiano, o novato Carlos Muñoz, chegou em terceiro. Ele já tinha conseguido a mesma posição no mês passado em Houston. O quarto lugar foi do australiano Ryan Briscoe e o quinto do neozelandês Scott Dixon.

Montoya, de 38 anos, que tinha feito a pole position, assumiu a liderança da prova ao ultrapassar o brasileiro Tony Kanaan, forçado a entrar nos boxes por falta de combustível, quando faltavam quatro voltas para o final. Kanaan chegou em 11º lugar.

Montoya, campeão em 1999 na CART e nas 500 Milhas de Indianápolis em 2000, viveu com emoção o triunfo conseguido e o comemorou com todos os torcedores ao segurar de novo a bandeira da Colômbia como tinham feito em Houston quando os três primeiros lugares foram ocupados por pilotos do país, liderados pelo novato Carlos Hortas.

Castroneves, apesar de não ter conseguido a vitória, disse estar “feliz” pelo triunfo de seu companheiro de equipe e por ter conseguido também subir para o primeiro lugar da classificação.

“Fiz uma grande corrida, toda a equipe trabalhou muito bem durante o fim de semana”, declarou Castroneves. “Também estou contente pela vitória de Juan Pablo (Montoya), porque desde que o contratamos sempre soubemos que seria uma grande ajuda, mas também uma terrível dor de cabeça”. EFE