“O Palmeiras pode ser o time da década”, aposta líder da era Parmalat

  • Por Jovem Pan
  • 01/12/2016 18h50

José Carlos Brunoro foi o diretor executivo do Palmeiras entre 2013 e 2014

José Carlos Brunoro foi o diretor executivo do Palmeiras entre 2013 e 2014

Diretor responsável por intermediar as relações entre Palmeiras e Parmalat no início da década de 1990, José Carlos Brunoro acredita que o clube de Palestra Itália está perto de voltar a ser hegemônico em cenário nacional. Em entrevista exclusiva a Flavio Prado que vai ao ar no próximo fim de semana, na Rádio Jovem Pan, o dirigente exaltou a estabilidade alviverde e disse que o atual campeão brasileiro tem tudo para dominar o País pelos próximos dez anos.

Como o Palmeiras está estável financeiramente, bem estruturado e tem grupos de trabalhos muito bem elaborados, pode ser o time da década”, avaliou Brunoro, com exclusividade, à Rádio Jovem Pan. 

O ex-diretor executivo do Palmeiras, que comandou o futebol alviverde no primeiro mandato de Paulo Nobre, também se mostrou otimista com relação à atuação de Maurício Galiotte. O novo presidente palmeirense foi eleito por aclamação e assume o clube em 15 de dezembro. 

Ele conhece muito o clube social e conhece muito o futebol do Palmeiras. Tem um entendimento das duas partes. Talvez seja a única pessoa com essas recomendações. Se tiver a cabeça no lugar e uma boa retaguarda, vai fazer uma gestão diferente e, ao mesmo tempo, continuada do Paulo Nobre“, analisou. 

De acordo com Brunoro, uma importante decisão neste fim de temporada já colocará em prova a capacidade de Galiotte: a mudança no comando técnico. Cuca não renovou com o Palmeiras, e, hoje, há poucas opções no mercado. O favorito para assumir é Eduardo Baptista, atualmente na Ponte Preta.

Para Brunoro, o Palmeiras tem de buscar um técnico que dê continuidade ao trabalho de Cuca. O trabalho de fora de campo vai ter de ser forte, para que não se deixe mudar a estrutura do time. Se vier um treinador que queira muitas contratações, o Palmeiras tem de descartá-lo. Tem que ser um técnico com a mentalidade de mudar apenas alguns pontos e manter o bom trabalho que estava sendo feito“, finalizou.