Oswaldo de Oliveira é apresentado e espera Santos forte e solidário

  • Por Jovem Pan
  • 08/01/2014 13h32

Oswaldo de Oliveira é apresentado como novo técnico do Santos

Oswaldo de Oliveira é apresentado como novo técnico do Santos

O Santos se reapresentou nesta quarta-feira, ainda sem a sua grande contratação, o atacante Leandro Damião, que será apresentado nesta quinta-feira, mas com o novo técnico, Oswaldo de Oliveira, que agradeceu a escolha para treinar a equipe alvinegra em 2014.

Enquanto os jogadores realizavam testes físicos, Oswaldo comentou sobre a expectativa para o ano, e explicou que comportamento e dedicação são seus principais nortes para o bom desenvolvimento do esporte coletivo. “Entrega e futebol solidário são fundamentais e devem acompanhar nossa participação no clube em 2014”. Em sua terceira passagem pelo clube, Oswaldo comparou a chegada de 2005 com a de hoje. “Era um timão, mas de ressaca pelo título [campeão brasileiro em 2004]. A tarefa era difícil, mas ainda assim nosso desempenho foi muito bom, e se tivesse continuidade teria dado bons frutos. Hoje é um time que está se reformulando, mas que conta igualmente com bons jogadores”.

Com uma mescla de jogadores veteranos e novatos, o técnico elogiou o elenco, especialmente Cícero que, para ele, foi o melhor do Santos na temporada passada. “Montillo voltou a jogar bem no final do ano, Dracena tem muita qualidade, já trabalhei anteriormente com ele, é um jogador de muito recurso técnico. Tem ainda o Léo, veterano, mas que influencia positivamente no contexto geral, Arouca e a chegada de Damião, jogador que eu nunca tive dúvidas que deveria ser titular da Seleção Brasileira, uma contratação que me deixa muito feliz, e o Neíton, que ainda oscila como é natural entre os jovens, mas é um grande valor do clube. É um grande time que me dá esperança na continuidade do trabalho”.

Sem vaga na Libertadores, o Santos deverá se dedicar ao Paulistão no início do semestre. E Oswaldo garante que o clube buscará o melhor. “Santos tem que estar sempre no lugar dele, no topo. Já trabalhei em grandes clubes, e a pressão é natural. Não tenho medo de lançar jogador, mas não também não tenho medo de tirar veterano. Eu gosto de bom jogador”.