Paulo André desmente algumas notícias sobre sua ação contra o Corinthians

  • Por Jovem Pan
  • 10/10/2014 12h50

Paulo André no treino do Corinthians

Paulo André no treino do Corinthians

Em meio às notícias sobre a ação que Paulo André moveu contra o Corinthians, reivindicando alguns direitos, o próprio jogador, que atualmente está no futebol chinês, divulgou uma nota em seu Facebook oficial esclarecendo o caso.

O atleta desmentiu as notícias de que esteja entrando na Justiça por conta de horas extras trabalhadas em final de semana.

“Falta com a verdade quem diz que processei o S.C. Corinthians Paulista reivindicando horas extras por trabalhos aos finais de semana. Isto é um absurdo, puro desconhecimento da lei e da ação. É lamentável ver como esse tipo de ‘notícia’ é replicada sem o menor critério. Acredito que esta informação infundada e manipulada veio das mesmas pessoas que queriam me ver bem longe no início do ano e por isso não me rebaixarei ao nível destes senhores que vivem nas sombras, explorando a tudo e a todos no submundo do futebol brasileiro”, escreveu Paulo André.

O zagueiro explicou por que está entrando na Justiça e alegou que o clube não respeitou o prazo para pagamento de pendências.

“Desde o dia da minha rescisão de contrato, que ocorreu em fevereiro, até o final do mês de julho deste ano, busquei incessantemente um acordo com o clube para que me pagasse a premiação do título do Campeonato Paulista, do título da Recopa e dos jogos do Campeonato Brasileiro de 2013, além da diferença do saldo da renovação contratual de trabalho que aconteceu em janeiro de 2012. Depois de muitas tentativas, um acordo verbal foi estabelecido mas, infelizmente, o prazo estipulado não foi respeitado por parte do clube”, observou. “A ação decorre de acordos/promessas descumpridos pelo clube – ou seja, o assunto da premiação – direito de arena que é algo já reconhecido pelos tribunais e ausência de descanso devido aos atletas”, completou.

Confira a nota completa divulgada por Paulo André pelas redes sociais:

Falta com a verdade quem diz que processei o S.C. Corinthians Paulista reivindicando horas extras por trabalhos aos finais de semana. Isto é um absurdo, puro desconhecimento da lei e da ação. É lamentável ver como esse tipo de “notícia” é replicada sem o menor critério. Acredito que esta informação infundada e manipulada veio das mesmas pessoas que queriam me ver bem longe no início do ano e por isso não me rebaixarei ao nível destes senhores que vivem nas sombras, explorando a tudo e a todos no submundo do futebol brasileiro.

Desde o dia da minha rescisão de contrato, que ocorreu em fevereiro, até o final do mês de julho deste ano, busquei incessantemente um acordo com o clube para que me pagasse a premiação do título do Campeonato Paulista, do título da Recopa e dos jogos do Campeonato Brasileiro de 2013, além da diferença do saldo da renovação contratual de trabalho que aconteceu em janeiro de 2012. Depois de muitas tentativas, um acordo verbal foi estabelecido mas, infelizmente, o prazo estipulado não foi respeitado por parte do clube.

Busquei mais uma vez a diretoria e as pessoas em quem confiava para informá-las do que estava acontecendo, da falta do pagamento e da minha decepção com a maneira como eu estava sendo tratado mesmo depois de quase cinco anos de serviços prestados e inúmeros títulos conquistados. Naquela ocasião comuniquei-os que era inevitável não entrar com uma ação caso o fato não fosse solucionado. Assim sendo, optei por acionar o clube na justiça no mês de setembro, buscando os meus direitos legais enquanto trabalhador e cumpridor dos meus deveres durante o tempo em que fui atleta do clube. A ação decorre de acordos/promessas descumpridos pelo clube – ou seja, o assunto da premiação – direito de arena que é algo já reconhecido pelos tribunais e ausência de descanso devido aos atletas.

Espero ter esclarecido a questão e aproveito para reiterar o meu respeito e gratidão ao S.C.C.P e à torcida corinthiana, em especial a aqueles que tiveram discernimento para aguardar o meu posicionamento acerca deste assunto, antes de fazerem julgamentos precipitados e equivocados.

Não falarei mais sobre esse assunto por orientação jurídica.

Sem mais,

Paulo André