Por “pacificação”, Aidar anuncia demissão de diretores e pede união no São Paulo

  • Por Jovem Pan
  • 06/10/2015 17h21
SAO PAULO,SP, 04.09.2015 - FUTEBOL-SAO PAULO - O presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar apresenta o plano de gestão Pró São Paulo no CT da Barra Funda, Zona Oeste de Sâo Paulo, nesta sexta-feira (04). (Foto: Douglas Pingituro / Brazil Photo Press/Folhapress)Isolado no clima

Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo, emitiu, por meio do site oficial do clube, uma nota oficial sobre os fatos que vêm mexendo com o Tricolor nos últimos dias. O mandatário confirmou oficialmente a saída de Juan Carlos Osorio do cargo de treinador e anunciou uma “recomposição” da diretoria.

“Informo que, no dia de hoje, solicitei a todos os diretores que apresentassem um pedido coletivo de demissão. Essa atitude permitirá uma recomposição da Diretoria, baseada em conversas com todos os grupos políticos do SPFC e com o objetivo maior de PACIFICAÇÃO. Chega de disputas políticas internas que nada acrescentam na vida do nosso clube. É hora de todos nós, são-paulinos, nos unirmos para o bem da instituição São Paulo F.C.”, escreveu Aidar.

O presidente também falou de sua conversa com Osorio. “Nesta data, recebi também, aqui em minha sala, a visita do Sr. Juan Carlos Osório, que confirmou estar deixando a direção técnica do nosso time para dirigir a Seleção do México durante as eliminatórias para a próxima Copa do Mundo, um desejo que ele alimentava há muito tempo. Lamento profundamente essa decisão de Osório, já que vinha desenvolvendo um bom trabalho. Desejo-lhe boa sorte”, disse.

Por fim, Aidar informou que não comentará esses assuntos publicamente. “Nos próximos dias anunciarei os nomes dos novos diretores, bem como do novo técnico. Até lá, não voltarei a me pronunciar publicamente sobre os assuntos aqui tratados”, completou.

Na noite destaa segunda-feira, diversos jornalistas informaram que o vice-presidente de futebol tricolor, Ataíde Gil Guerreiro, acertou um soco em Aidar num hotel da capital paulista. Mais cedo, Ataíde também foi afastado de seu cargo, mas com a mesma justificativa dada pelo comunicado do presidente são-paulino.