Santos 2 x 0 Atlético-PR: “O empate seria mais justo”, afirma Bruno Prado

  • Por Jovem Pan com Estadão Conteúdo
  • 01/10/2016 19h03
SP - SANTOS/ATLETICO - ESPORTES - Comemoração do gol do Santos, marcado por Ricardo Oliveira durante o jogo entre Santos e Atlético-PR realizado na Vila Belmiro na tarde deste Sábado (01), em Santos. A partida é válida pela 28ª rodada do Brasileirão Chevrolet 2016. 01/10/2016 - Foto: MARCO GALVãO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDORicardo Oliveira volta a comemorar gol pelo Santos após três rodadas longe dos gramados

Depois de três jogos fora por lesão, Ricardo Oliveira voltou ao Santos e iniciou a vitória da equipe por 2 a 0 sobre o Atlético-PR neste sábado, na Vila Belmiro, em Santos, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. O atacante marcou através de uma cobrança de pênalti polêmico marcado ainda na etapa inicial da partida – Vecchio se jogou após saída do goleiro Weverton. Ele cobrou e fez o primeiro. No fim, Paulinho ampliou e confirmou o triunfo.

O resultado manteve o time alvinegro no G4 do Brasileirão. O Santos foi a 48 pontos, na quarta colocação, dois à frente do Fluminense, que pela neste sábado venceu o Sport por 3 a 1 e tinha roubado provisoriamente a posição do time paulista. As equipes, por sinal, se enfrentam na quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 29ª rodada.

O Atlético-PR interrompeu a sequência de duas vitórias e desperdiçou a oportunidade de encostar no G4. Após a derrota, o Furacão segue na sexta colocação, com 42 pontos. Na próxima rodada, também na quarta-feira, recebe a Chapecoense na Arena da Baixada, em Curitiba.

Opinião da Jovem Pan

Para o comentarista Bruno Prado, o pênalti que originou o primeiro gol do Santos não existiu e o resultado poderia ter sido diferente: “Esperava mais das duas equipes, que deixaram a desejar. Poucas chances de gols e emoção na Vila Belmiro. Santos teve sorte na partida. O Atlético-PR desperdiçou muitas oportunidades e demonstrou mais uma vez por que tem um dos piores ataques do campeonato. O empate seria um resultado mais justo”.