Seleção argentina volta a apostar no isolamento e no mistério antes da Copa

  • Por Agencia EFE
  • 11/06/2014 11h34

O argentino Lionel Messi é um dos jogadores mais badalados da Copa

EFE Messi em treino da seleção argentina

Desde que a seleção argentina chegou a Belo Horizonte, o ar de mistério ronda a equipe devido aos treinos realizados com portões fechados, prática que já virou tradição dos bicampeões do mundo, pelo menos desde 1998.

Por imposição do Comitê Organizador e da Fifa, o treino da tarde desta quarta-feira (11), na Arena Independência, será aberto ao público, o oposto do que ocorreu nos dois primeiros dias, quando o elenco, que tem como astro Lionel Messi, trabalhou sem a presença de olhos que não fossem da comissão técnica.

Inclusive, o técnico Alejandro Sabella e os jogadores já se incomodaram com os jornalistas que subiram em uma pequena elevação do terreno em frente à concentração para gravar imagens das atividades.

O sigilo adotado às vésperas de estrear no torneio contra a Bósnia, no Maracanã, é apenas parte do que se tornou prioritário na rotina argentina: a preservação da intimidade do grupo. Tudo começou com Daniel Passarella, técnico em 1998 na França, e foi repetido nas edições seguintes da competição.

A última vez que a seleção argentina permitiu a abertura dos portões durante os treinos foi na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, quando o técnico era Alfio Basile.