Thiago Silva vê PSG abaixo de Real Madrid, Barcelona e Bayern

  • Por Agência Estado
  • 01/01/2016 18h56

Thiago Silva marcou belo gol de cabeça e classificou o Paris Saint-Germain na prorrogação

Thiago Silva destacou a vontade de ver Neymar jogando com a camisa do PSG

No Campeonato Francês, o Paris Saint-Germain lidera com 19 pontos de folga, tendo vencido 16 de suas 19 partidas. Na Copa da Liga Francesa, estreou eliminando o rival Saint-Étienne. No domingo, faz seu primeiro jogo pela Copa da França. Mas a grande meta do clube para 2016 é brigar pelo título da Liga dos Campeões. Para o zagueiro Thiago Silva, capitão da equipe, o PSG ainda precisa melhorar para fazer frente aos favoritos.

“Queremos ir além na Liga dos Campeões e espero que possamos melhorar futebol, para chegar ao nível de Real, Barcelona e Bayern, que são de outro nível”, disse Thiago Silva em entrevista em vídeo publicada nesta sexta-feira pelo site do jornal italiano Corriere Dello Sport.

O PSG foi segundo colocado no grupo do Real Madrid na primeira fase da Liga, vencendo duas vezes o Malmö, da Suécia, e o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, fazendo 12 gols e não levando nenhum. Diante do Real, entretanto, empatou em Paris por 0 a 0 e perdeu na Espanha por 1 a 0.

Agora, na próxima fase, o PSG terá pela frente o Chelsea, numa reedição do confronto das oitavas de final do ano passado. Na ocasião, os franceses avançaram por dois empates, definindo fora, como será novamente agora. Nas últimas três edições da Liga, o PSG caiu nas quartas, perdendo para Chelsea (2013/2014) e Barcelona (2012/2013 e 2014/2015). 

No vídeo, Thiago Silva também fala sobre sua passagem pelo Milan e lembra da influência de dois grandes zagueiros, Maldini e Nesta, com quem jogou no clube de Milão. De acordo com o brasileiro, ele aprendeu muito com os italianos.

“Creio que a escola italiana me fez progredir muito na minha carreira, principalmente nos primeiros meses que eu só pude treinar por conta do número de extracomunitários no elenco. Vi Maldini jogar nos seus últimos seis meses, era uma coisa impressionante. Depois, joguei com Nesta, era um ídolo para os companheiros e para mim. Com ele tudo era mais fácil. Aprendi muito com Maldini e o Nesta”, contou.