Alckmin considera positiva ação da Polícia Militar em manifestação

  • Por Agência Estado
  • 15/01/2016 16h14
SP - TARIFAS/SP/PROTESTO - GERAL - Policiais na Avenida Paulista, em São Paulo, para onde foram manifestantes durante o 3º ato do Movimento Passe Livre (MPL) contra o aumento da tarifa do transporte público, nesta quinta-feira. No último sábado, 9, as tarifas de ônibus, metrô e trem subiram de R $ 3,50 para R$ 3,80, um aumento de 8,6%. 14/01/2016 - Foto: VANESSA CARVALHO/BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDOPolícia Militar

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), considerou positivas as ações da Polícia Militar nos protestos da quinta-feira, 14, contra o reajuste das tarifas. “A polícia trabalhou bem, organizou bem (as manifestações)”, afirmou o tucano referindo-se ao terceiro ato do Movimento Passe Livre (MPL).

O tucano ainda considerou que os desentendimentos começaram na dispersão do protesto. “Até o finalzinho da manifestação, não tinha tido problema nenhum. No finalzinho, um grupo pequeno, para se ter noção da irresponsabilidade, apertou o botão de emergência do trem, o que paralisa o trem”, disse. 

As declarações foram feitas nesta sexta-feira, 15, durante a inauguração do Instituto Médico Legal (IML) e Instituto de Criminalística de Americana, no interior de São Paulo.

Questionado sobre a possibilidade de dar subsídio integral ao metrô, o governador afirmou que o reajuste tarifário de 8,5%, foi 2% menor que a inflação do País em 2015, fixada em 10,5%.

“O Metrô é uma empresa não dependente do Estado. Agora, a gratuidade o Estado paga. As pessoas com mais de 60 anos, pessoas com deficiência, os desempregados, os estudantes de menor renda não pagam. O problema é a inflação. No caso do metrô e do trem, que são movidos à energia elétrica, a energia elétrica aumentou 70%. Ou seja, os ganhos de eficiência e produtividade, você transferiu ao usuário do sistema”, concluiu.