Pesquisa CNT: avaliação pessoal de Bolsonaro e do governo sobem

  • Por Jovem Pan
  • 22/01/2020 12h42 - Atualizado em 22/01/2020 16h44
Antônio Cruz/Agência Brasil Dos entrevistados, 43,2% acreditam na melhora do emprego para 2020 -- 18,9 acreditam na piora

A avaliação positiva do governo Jair Bolsonaro subiu de 29,4% para 34,5% desde agosto. Já a avaliação negativa, caiu de 39,5% para 31% no mesmo período. Os dados constam da pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) em parceria com o instituto DMA, divulgada nesta quarta-feira (22).

Dos entrevistados, 43,2% acreditam na melhora do emprego para 2020, e 18,9% acreditam na piora. Do número total de participantes, 34,3% acham que renda mensal vai melhorar ao longo do ano. Já 11% não estão otimistas e acreditam que vai piorar.

Na Educação, 36% acham que o setor vai melhorar — 21,4% que vai piorar. No quesito Segurança Pública, 37,9% acham que o atual cenário ficara mais positivo e 22% não tem boas expectativas.

Avaliação pessoal

Já a avaliação pessoal do presidente Jair Bolsonaro foi de 41% para 47,8% desde agosto; a desaprovação pessoal foi de 53,7% para 47% no mesmo período.

Eleições

Se a eleição fosse hoje, Bolsonaro teria 29,1% das intenções de voto — seguido por Lula, com 17%; Ciro, com 3,5%; e Sergio Moro, com 2,4%, conforme os dados do instituto.

Setores

Os setores com melhor desempenho na pesquisa são aqueles comandados pelos ministros Sergio Moro e Paulo Guedes na administração. Para 30,1% dos entrevistados, o combate à corrupção é a área com melhor desempenho no governo. Em seguida, aparecem Economia (22,1%) e Segurança Pública (22%).

Outros setores têm uma avaliação inferior entre a população: Reformas (9,2%), Infraestrutura (7,4%), Relações Internacionais (7,2%), Privatizações (6,5%), Educação (6,%) e Saúde (5,4%).

O Meio Ambiente é o setor com pior desempenho. Apenas 2,6% das pessoas avaliam a gestão na área ambiental como a melhor dentro do governo.

A pesquisa foi realizada dos dias 15 a 18 de janeiro deste ano. De acordo com o instituto, foram realizadas 2.002 entrevistas em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

*Com informações do Estadão Conteúdo